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53408/06/2015 a 02/07/2015

Cursos presenciais do Projeto Compartilhar Conhecimento capacita OSCs em Comunicação Estratégica e Incidência Política

Oficinas foram realizadas em todas as regiões do Brasil. Projeto atende a demanda de fortalecimento das associadas e do campo Abong

 

Por Marcela Reis

 

“Para gestar uma associação é preciso comunicar, falar com o público, ter relações. A comunicação estratégica é essencial, as organizações – sejam pequenas ou grandes - podem transmitir informações, alimentar veículos alternativos e redes sociais. Não é exclusividade da grande mídia, a comunicação não se limita à micromídia.”

 

O pensamento é de Ricardo Paes Carvalho, jornalista e oficineiro da etapa presencial de formações em Comunicação Estratégica e Incidência Política do Projeto Compartilhar Conhecimento: uma estratégia de fortalecimento das OSCs e de suas causas. Implementada pela Abong, com patrocínio da Petrobras, a iniciativa realizou formações em todas as regiões do País nos meses de março e abril deste ano.

 

Os encontros aconteceram durante três dias nas grandes capitais: Porto Alegre, São Paulo, Belém e Recife. A etapa de cursos presenciais do Projeto Compartilhar Conhecimento começou em agosto do ano passado, com a finalidade de atender à prioridade zero da Abong que versa sobre o fortalecimento das Organizações da Sociedade Civil (OSCs) associadas e também outras parceiras e movimentos sociais que atuam no campo da defesa de direitos e bens comuns.

 

Para Perla Assunção, formadora popular e oficineira das etapas presenciais desta temática, a comunicação é essencial para uma associação apresentar suas bandeiras e seus propósitos. “A comunicação não é só publicidade, também passa pela questão do próprio entendimento das práticas da organização e da transparência de gestão. A falta do ato simples de comunicar abala a imagem das OSCs.”

 

Um total de 83 organizações, entre as quais 44 associadas da Abong, participaram das quatro formações sobre o tema realizadas em todo o País, uma em cada região. Os/as participantes representaram entidades que atuam nas mais diversas áreas temáticas: meio ambiente, feminismo, questão étnico-social, economia solidária, democratização das comunicações, saúde e combate de DSTs, agroecologia, infância, entre outros. As formações contaram com maior participação de organizações de pequeno e médio porte e de disponibilidade limitada de recursos.

 

Para Perla e Ricardo, as formações foram muito proveitosas e cumpriram seu papel, contribuindo para a reorganização dos projetos de comunicação das Organizações. Eles também avaliaram que houve muita troca de experiências e integração entre os/as participantes, além do engajamento coletivo do grupo.

 

“O curso foi muito importante para nossa Organização, nos ajudou a perceber o quanto temos que melhorar nossa divulgação de ações e bandeiras. Estamos revendo nosso planejamento para estabelecer uma comunicação mais estruturada e estratégica”, conta Alex Ferdelle do Nascimento, secretário executivo do Centro Dom José Brandão de Castro, um dos participantes da formação que aconteceu na região Nordeste do País.

 

Ednubia Ghisi, comunicadora popular do Cefuria e participante da formação da região Sul, acredita que a partir da troca de experiências e da abertura em relação ao tema que a formação proporcionou já é possível aprimorar a comunicação de sua entidade. “Esse tema não tinha muito espaço dentro das Organizações. Agora que tem, nós devemos nos apropriar e criar uma comunicação contra-hegemônica que seja uma alternativa aos grandes meios privados e que fortaleça a comunicação popular.”

 

Para Angélica Basthi, coordenadora de comunicação da ABIA, o contato presencial foi fundamental para ampliar a troca de experiências e a formação. “A comunicação é um dos principais eixos das relações humanas e nas Organizações ela cumpre a função de ser o elo entre o público interno e externo”, observa. Recentemente, a Associação usou os mecanismos da comunicação para mobilizar a sociedade civil em torno da pauta sobre o Projeto de Lei que visa a tornar crime hediondo a transmissão intencional do HIV – tema no qual a Organização atua.

 

 

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