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40414/09/2007 a 27/09/2007

Conhecimento e cultura e livre em ciclo de dabates

Em diferentes períodos de outubro e novembro acontece em São Paulo e Fortaleza o Ciclo de Debates Conhecimento e Cultura Livres. A iniciativa é fruto do projeto idealizado pela ONG Ação Educativa e o Coletivo Epidemia e tem o apoio do Esplar – Centro de Pesquisa e Assessoria, em Fortaleza (CE).

As atividades em São Paulo ocorrem em dois locais, em regiões da periferia: no Centro de Educação Unificado Parque Veredas (CEU), no Itaim Paulista, no período de 23 a 25 de outubro; e no Centro Cultural da Juventude (CCJ), da Vila Nova Cachoeirinha, entre 30 de outubro e 1º de novembro . Em Fortaleza, o Ciclo acontece em novembro, entre os dias 12 e 14 e 19 a 21, no Mercado dos Pinhões.

Eleilson Leite, coordenador do Espaço de Cultura e Mobilização Social da Ação Educativa e diretor do Regional Abong São Paulo, informa que o Projeto foi contemplado em edital do Programa Cultura e Pensamento, do Ministério da Cultura, e tem como curadora a crítica cultural e professora da USP, Marisa Elisa Cevasco, além de três curadores associados.

No ciclo, conforme Eleilson, debates e intervenções artísticas discutirão o tema da circulação do conhecimento e da Cultura, como artes, pesquisa, softwares, meios de comunicação e o mercado da cultura de modo geral. Serão seis mesas de debates em São Paulo  e outras seis, em Fortaleza. No Ceará, os encontros serão transmitidos ao vivo, via Internet. “Os debates colocarão em pé de igualdade acadêmicos e artistas da periferia ou de  coletivos independentes – e contar com representantes das cinco regiões do País também agregará ao Ciclo  uma representatividade  e abrangência muito pouco vistas em iniciativas anteriores.”

O fato de o Conhecimento e Cultura Livres estar sendo realizado na periferia é ressaltado pelo coordenador: “Isso é uma atitude política. Queremos, dessa forma, valorizar a cultura produzida nos limites da metrópole para  afirmar positivamente a  arte e o conhecimento ali produzidos.” Ele também salienta que defender a livre circulação de conhecimento não é defender a pirataria. “Pirataria é comércio ilegal. Queremos a flexibilização do direito de propriedade numa perspectiva de quem produz conhecimento e arte e pelo livre acesso, pois não é possível manter a situação, segundo a qual, quem não tem dinheiro fica excluído da produção cultural.

Como todo o Ciclo está sendo filmado e gravado, a discussão poderá continuar em outras mídias, sugere Eleilson. “A idéia é constituir um movimento nacional em favor da livre circulação de conhecimento  e que possamos tanto no Dia de Mobilização e Ação Global, em 26 de janeiro de 2008, como no Fórum Social Mundial de 2009, em Belém (PA), fazer uma grande discussão planetária sobre o tema.” www.acaoeducativa.org.br

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