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Material divulga estratégias de cuidado pós-exposição sexual ao HIV em casos excepcionais

08/10/2010

Um suplemento voltado a profissionais de saúde com recomendações para quem se expõe ao HIV em relações sexuais será lançado pelo Departamento de DST/aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. O documento atualiza procedimentos terapêuticos indicando quando e como prescrever o uso de antirretrovirais em situações como, por exemplo, quando a camisinha se rompe ou sai durante a relação e um dos parceiros não sabe se tem ou não o vírus da aids. O principal objetivo dessas recomendações é diminuir o risco de transmissão do vírus em casos excepcionais. O procedimento não é indicado em casos de recorrentes relações desprotegidas.

 

Para receber os medicamentos, a pessoa exposta deve procurar os Serviços de Atendimento Especializado (SAE) ou aqueles serviços que já atendem situações de urgência (como nos casos de acidente ocupacional ou de violência sexual). Essa busca pelo atendimento deve ocorrer, preferencialmente, nas primeiras duas horas após a relação sexual desprotegida e, no máximo, em até 72 horas. “É importante ressaltar, no entanto, que a estratégia do Departamento é sempre incentivar o uso da camisinha como forma de prevenir a infecção pelo HIV”, reforça o diretor adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa. “Aqui apresentamos recomendações para médicos, considerando as situações excepcionais”, complementa.

 

Ao receber o coquetel pós-exposição, a pessoa é orientada sobre os objetivos da utilização dos medicamentos, os possíveis efeitos adversos e a importância dos medicamentos. O consenso reforça, para o profissional de saúde, a relevância de uma atitude acolhedora e sem julgamento no atendimento. Além de propiciar formação do vínculo, a estratégia favorece a adesão às medidas recomendadas, especialmente as preventivas. A oferta do teste de aids faz parte do procedimento, que deve ser informado ao paciente. O exame deve ser feito 30 dias depois da situação de risco.

 

Pós-exposição sexual ao HIV em caso de violência

A aids é uma preocupação recorrente para os profissionais de saúde que atendem vítimas de violência sexual. Nesses casos, a principal atualização do suplemento refere-se a esquemas de tratamento terapêuticos mais cômodos para a vítima. O objetivo é propiciar que a pessoa conclua a terapia indicada de forma menos traumática. A profilaxia com antirretrovirais nas situações de violência segue os mesmos princípios adotados nos casos de exposição sexual consciente.

 

Fonte Departamento de DST e AIDS do Ministério da Saúde

 

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