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Centrais sindicais cobram Reforma Agrária, limite da propriedade e novos índices de produtividade

07/06/2010

 

Assembléia Nacional da Classe Trabalhadora, realizada na última terça-feira em São Paulo, defendeu a realização da Reforma Agrária, a instituição de limites de tamanho para a propriedade rural e a atualização dos índices de produtividade

 

As centrais sindicais Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Força Sindical e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) defenderam a realização da Reforma Agrária, a instituição de limites de tamanho para a propriedade rural e a atualização dos índices de produtividade, na Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, realizada na última terça-feira (01).

 

Mais de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras participaram da assembleia, realizada no estádio do Pacaembu, em São Paulo. O MST foi convidado para participar da atividade, organizada por centrais que representam mais de 70% dos trabalhadores sindicalizados do país.

 

"Precisamos de uma Reforma Agrária Popular para criar empregos no campo e produzir alimentos saudáveis para a população das cidades", disse João Paulo Rodrigues às mais de 20 mil pessoas.

"As empresas transnacionais vem para o campo brasileiro por meio do agronegócio explorar o povo brasileiro e os nossos recursos naturais", denunciou. "Estamos sendo envenenados pelos agrotóxicos do agronegócio".

 

A Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora aprovou o documento unificado das centrais sindicais com propostas políticas e econômicas do trabalhadores, que será apresentado à sociedade no debate eleitoral.

De acordo com dados do Ministério do Trabalho, divulgados em março, a CUT registrou índice de representatividade de 38,23% dos trabalhadores sindicalizados. Em seguida está a Força Sindical, com 13,71%; a CTB, com 7,55%; a Nova Central, com 6,69%; e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, com índice de representatividade 5,04%.

 

A agricultura familiar deve ser fortalecida, tanto no que diz respeito ao fomento de crédito quanto na implantação de uma política permanente e diferenciada de garantia de preços mínimos para seus produtos.

A Reforma Agrária não pode esperar mais, porque ela é também estratégica para o desenvolvimento sustentável do país. É preciso avançar e estabelecer limites das propriedades, desconcentrar a posse da terra e atualizar os índices de produtividade.

 

Fonte: http://www.mst.org.br/Centrais-cobram-ReformaAgraria-limite-propriedade-indices-produtividade

 

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