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Organizações integram campanha de solidariedade às vítimas de enchentes

02/02/2011

Engajadas na luta pelo direito à moradia e sensibilizadas pela catástrofe causada pelas enchentes, organizações sediadas no prédio da Ação Educativa na Vila Buarque em São Paulo se uniram à campanha de coleta de doações para as vítimas das enchentes no Estado de São Paulo. O prédio é um dos pontos de coleta de doações, que serão encaminhadas ao Fundo de Solidariedade e de Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo (Fussesp) e ao Hospital de Custódia em Franco da Rocha.

As doações podem ser feitas até o dia 4 de fevereiro Doações podem ser feitas na sede da Ação Educativa (na rua General Jardim, 660). Somam-se à iniciativa a Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais - ABONG, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação e o Fundo Brasil de Direitos Humanos.

Os artigos de maior necessidade são materiais de limpeza, higiene pessoal, alimentos não perecíveis e água potável. Os donativos enviados ao Fussesp serão encaminhados para as vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e nos municípios paulistas também afetados pelas enchentes, com apoio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) e a Secretaria Desenvolvimento Social.

As doações ao Fussesp também podem ser encaminhadas diretamente ao Fundo, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Social, no Centro de Esporte, Cultura e Lazer do Parque Estadual Fontes do Ipiranga, Diretoria Regional de Desenvolvimento Social da Capital, nas bases da Polícia Militar (PM) e nas unidades do Corpo de Bombeiros instaladas em todo o Estado.


Política urbana

“Só o ato de solidariedade tem sua importância, mas isso não pode ser desvinculado da questão da política urbana”, afirma Marcos José Pereira da Silva, coordenador da Ação Educativa. Segundo ele, o esforço pela coleta de doações faz parte de uma preocupação mais ampla da organização com o respeito aos direitos de maneira geral. Ele chama atenção para o fato de a política urbana no Brasil não dar conta de oferecer uma moradia digna à população. “Essa catástrofe não pode ser atribuída simplesmente à chuva”, ressalta.

Segundo relatório de dezembro de 2009 sobre o direito à cidade, enquanto áreas da periferia, em sua maioria regiões de condições precárias e ambientalmente frágeis, apresentam crescimento populacional de até 13,3% ao ano entre 1991 e 2001, bairros do centro da cidade perdem população.

Silva chama atenção para o fato de que a catástrofe que este ano atinge a região Sudeste já foi vivida no Sul e no Nordeste em anos anteriores. “Ano que vem onde será?”, questiona. Segundo ele, não se trata de pessimismo, mas sim de realismo frente à realidade brasileira. “A política urbana não está dando conta de oferecer moradia digna à população”, diz.

Segundo o relatório mencionado acima, o déficit habitacional da região metropolitana de São Paulo é de 299.964 domicílios e o da cidade de São Paulo, 173.387.

Acesse aqui o Relatório da Missão realizada nos dias 17 e 18 de dezembro de 2009, da Relatoria Nacional do Direito Humano à Cidade.

Veja um resumo dos municípios atingidos e uma lista dos que receberam materiais até o momento no estado de São Paulo.

 

Fonte: Ação Educativa

 

 

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