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Veja os destaque da cobertura do Fórum Social Mundial 2011

08/02/2011

Presidente senegalês quer África mais forte nas decisões mundiais

O presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, reclamou nesta segunda-feira (7) maior representatividade para as nações africanas em instituições multilaterais, como o Conselho de Segurança das Nações Unidas e o G-20, o grupo de países ricos e em desenvolvimento. Wade participou do Fórum Social Mundial na mesa de debates "A África na geopolítica mundial", ao lado do ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (leia mais aqui).

 

Opinião: Este mundo é impossível

O Fórum Social Mundial (FSM) que está sendo realizado em Dacar foi precedido por uma série de encontros ao longo do ano passado, que confirmaram sua posição única como espaço de discussão dos grandes problemas mundiais e das propostas para resolvê-los. Tem um significado singular o fato de, pela segunda vez, o FSM centralizar suas discussões em um país africano e pela primeira vez em um país africano de fala francesa (leia mais aqui).

 

Lula diz que expansão agrícola é chave para desenvolvimento da África

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (7) que as nações africanas deveriam apostar no desenvolvimento agrícola como forma de garantir soberania alimentar e gerar riquezas por meio da exportação dos produtos. Em sua primeira viagem internacional após deixar a presidência do Brasil, Lula foi ao Senegal para participar do Fórum Social Mundial em uma mesa de debates sobre "A África na geopolítica mundial", na qual falou ao lado do presidente senegalês, Abdoulaye Wade (leia mais aqui).

 

Todo povo possui sua revolução, diz organizador do FSM 2011

O senegalês de origem tunisiana Taoufik Ben Abdallah afirma, em entrevista, a importância de se realizar o FSM pela segunda vez na África, destaca que todo povo é capaz de fazer sua revolução, e que as contribuições com os valores universais não são monopólio dos países ricos. Para Abdallah, os acontecimentos no Egito e na Tunísia colocam em xeque uma linha da diplomacia ocidental (leia mais aqui).

 

Atividades sobre a diáspora marcam o Fórum Social Mundial 2011

Pela segunda vez na África, o Fórum Social Mundial pretende focar na história de resistência e luta dos povos africanos. Esta edição do FSM 2011 que acontece em Dacar, no Senegal, tem um dia dedicado à diáspora. Um FSM negritado, com suas vozes ecoando por todo continente, dizendo que a igualdade racial é possível. Um momento para todos e todas que foram sequestrados de suas terras possam encontrar suas raízes, rever desafios e possibilidades para a reparação de nossa população negra escravizada (leia mais aqui).

A resistência africana é um dos grandes temas do FSM de Dacar

A resistência africana é o grande tema do Fórum Social Mundial de 2011, que acontece em Dacar, no Senegal. Assim definiu um de seus organizadores, o marroquino Hamouda Soubhi, do Fórum Social de Maghreb. “Escravidão, diáspora e imigração, entre outros temas, serão fortes nesta edição do FSM, assim como em Belém (AM), o principal era a Amazônia”, diz (leia mais aqui).

 

Fórum Social Mundial 2011 começa exaltando revoltas populares no Egito e Tunísia

Mobilizações no Norte da África e Oriente Médio inspiram participantes do FSM 2011 na busca por alternativas e pela superação de governos tiranos; aberto neste domingo (6), no Senegal com forte presença das mulheres africanas, Fórum deverá reunir cerca de 50 mil pessoas de 123 países, e contará nessa segunda-feira com a presença do ex-presidente Lula, que estará na mesa "A África na geopolítica mundial" ao lado do presidente senegalês (leia mais aqui).

 

"Se os recursos naturais são em favor do povo, outro mundo é possível", diz Evo Morales no FSM

Salvar a humanidade e o planeta. Essa foi a principal mensagem de Evo Morales aos participantes da marcha da abertura do Fórum Social Mundial 2011, que aconteceu na tarde do  domingo, dia 6. Para o presidente boliviano, que falou no encerramento da caminhada, é preciso “defender os interesses da mãe Terra para defender a todos”.

Ele criticou os resultados das últimas rodadas das reuniões sobre clima – realizadas em Copenhague e em Cancun – e chamou os movimentos sociais à mobilização sobre o tema. “Temos que nos preparar para o próximo encontro. Os povos da África devem forçar seus governos a se somar à luta pelo planeta. Para tanto, é preciso mudar o modelo de desenvolvimento econômico”, defendeu (leia mais aqui).

 

A marcha dos povos reúne cerca de 50 mil pessoas na abertura do FSM 2011

Neste domingo, 6, teve início em Dacar o Fórum Social Mundial de 2011. Cerca de 50 mil pessoas participaram da marcha de abertura do evento, que partiu da sede da Radio Television Senegalaise (RTS) e foi até a Universidade Cheik Anta Diop, onde acontece o FSM. Ativistas e militantes altermundistas percorreram uma distância de cerca de quatro quilômetros sob um forte sol (leia mais aqui).

 

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