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Moradores de favelas: de objeto a sujeito

15/04/2011

Durante a abertura do seminário “Incluindo os Excluídos na Política Global”, realizada na última quarta-feira (13/04), a integrante da Slum Dwellers International (Associação internacional de moradores de favelas) Rose Molokoane falou sobre como os moradores de favelas podem ter maior participação nas decisões de políticas públicas.

Para Rose, esses atores ainda são muito dependentes de governos, o que dificulta sua mobilização. Na África do Sul, onde ela atua, as pessoas se deram conta de que era necessário mudar a mentalidade. “As pessoas passaram a exigir o que é delas de direito, passaram a entender que não é favor, mas obrigação dos governos”, afirmou.

“A mobilização começou ainda em 1987, quando os moradores desses espaços, grande parte deles ainda analfabetos, decidiram juntar suas economias e começaram o movimento. Antes da associação, o governo não nos ouvia”, lembrou Rose.

As mulheres foram peças-chaves nesse processo. “Em um primeiro momento começamos a enfatizar as organizações de mulheres, que ao mesmo tempo em que são mais oprimidas, são muito mais organizadas do que os homens”, explicou a ativista. “A democracia não vem em uma bandeja de prata. Você tem que lutar por ela. Em uma agenda global, você vê coisas que são feitas para os pobres. Mas isso tem que mudar, as coisas têm que ser feitas com os pobres”, concluiu.

 

Fonte: Ibase / Vitor Castro

 

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