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Pedido de afastamento de procurador de Belo Monte é arquivado

30/05/2011

Embora a representação contra o procurador da República Felício Pontes Jr. tenha sido arquivada no dia 12 de maio, ele só foi comunicado semana passada. O consórcio Norte Energia S.A pedia o seu afastamento de ações envolvendo a usina hidrelétrica de Belo Monte, que será construída no Rio Xingu, no Pará. A Corregedoria do órgão apurou as denúncias e não constatou nenhuma irregularidade.

 

A empresa acusava o procurador de falta de isenção porque ele edita um blog no qual relata detalhes das ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF). Neste sentido, a Corregedoria entendeu que “a voz do Ministério Público não se limita ao processo judicial”.

 

Essa é a segunda representação contra procuradores que atuam na fiscalização do projeto de Belo Monte arquivada pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

 

Em 2001, o custo da usina estava avaliado em R$ 10,4 bilhões. Atualmente, o projeto está orçado em mais de R$ 31 bilhões. Nesse valor não estão incluídas as indenizações que deverão ser pagas aos povos indígenas, ribeirinhos e população de inúmeros bairros na cidade de Altamira. A estimativa é que sejam devastados 5 mil km² de floresta.

 

Fonte: Radioagência NP

Embora a representação contra o procurador da República Felício Pontes Jr. tenha sido arquivada no dia 12 de maio, ele só foi comunicado nesta semana. O consórcio Norte Energia S.A pedia o seu afastamento de ações envolvendo a usina hidrelétrica de Belo Monte, que será construída no Rio Xingu, no Pará. A Corregedoria do órgão apurou as denúncias e não constatou nenhuma irregularidade.

A empresa acusava o procurador de falta de isenção porque ele edita um blog no qual relata detalhes das ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF). Neste sentido, a Corregedoria entendeu que “a voz do Ministério Público não se limita ao processo judicial”.

Essa é a segunda representação contra procuradores que atuam na fiscalização do projeto de Belo Monte arquivada pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

Em 2001, o custo da usina estava avaliado em R$ 10,4 bilhões. Atualmente, o projeto está orçado em mais de R$ 31 bilhões. Nesse valor não estão incluídas as indenizações que deverão ser pagas aos povos indígenas, ribeirinhos e população de inúmeros bairros na cidade de Altamira. A estimativa é que sejam devastados 5 mil km² de floresta.

 

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