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Marcha pela liberdade reúne entidades e movimentos no Acre

05/07/2011

A liberdade de expressão é uma garantia assegurada na Carta Magna Nacional a todo e qualquer cidadão em âmbito nacional. Porém, alguns setores tentam suprimir esse direito. Tenta-se também cercear o direito de opinar e informar. Foi para protestar contra a censura, o preconceito e a intolerância, sobretudo a religiosa, que ativistas fizeram no sábado (18) uma marcha pelo Centro da cidade.

Representantes de entidades sindicais, do movimento de mulheres, grupos de teatro, cinema, música, hip hop, estudantes, índios, ambientalistas, ativistas dos direitos humanos e igualdade racial, intelectuais e profissionais liberais. Esses foram alguns grupos sociais presentes à passeata. “Aqui tem vários tipos de protestos e a defesa de inúmeras bandeiras, mas a principal delas é o direito de se expressar”, destacou uma das organizadoras do evento, a jornalista Rose Farias.


“As pessoas precisam entender que é livre a manifestação de pensamento, de expressão da atividade intelectual, artística, científica, de criação e de comunicação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não podendo sofrer qualquer restrição ou censura”, explicou o umbandista, José Rodrigues de Arimatéia, criticando o poder público por praticamente ignorar outras religiões. “Os governos acham que só existem católicos e evangélicos. No ano passado, as religiões afro-brasileiras do Acre arrecadaram e doaram 20 toneladas de alimentos”, acrescentou ele.


O representante da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas Metragistas (ABDC), Sérgio Carvalho, criticou setores religiosos que censuraram o filme do cineasta Daniel Ribeiro, ‘Eu Não Quero Voltar Sozinho’. “Estão censurando e distorcendo informações e fatos”, protestou o cineasta, que exibiu o filme em um telão em frente ao Palácio Rio Branco.


Após a passeata, a organização leu o seguinte manifesto “Não somos uma organização. Não somos um partido. Não somos virtuais, somos reais, conectados, abertos, independentes, transversais, digitais e de carne e osso. Não temos cartilha, não temos armas, nem ódio. Não respondemos as autoridades reacionárias. Respondemos aos nossos sonhos, nossas consciências e corações. Temos poucas certezas, mas uma crença: a de que a liberdade é uma obra em eterna construção. E que a liberdade de expressão é o chão onde todas as outras liberdades são erguidas: de credo, expressão cultural, de orientação sexual, de cognição, de ir e vir e de resistir”.

 

O Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Acre foi um dos organizadores da marcha. Confira aqui uma parte da passeata.

 

Fonte: CDDHEP / Jorge Natal

 

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