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Movimentos sociais pressionam pela retirada das tropas militares no Haiti

15/08/2011

O novo ministro de defesa, Celso Amorim, acenou com a possibilidade de retirar as tropas, lideradas pelo Brasil, do Haiti. Os movimentos sociais, reunidos no Seminário da 5ª Semana Social Brasileira, que ocorreu em Brasília, região Centro-Oeste do país, nos dias 10 e 11 de agosto, fizeram uma nota de apoio à iniciativa pública do ministro. A nota foi lida e aprovada pelos presentes no evento e será entregue na próxima semana no Ministério da Defesa e Itamaraty.

Os movimentos sociais, redes, Organizações, que desejarem apoiar a iniciativa, poderão enviar nome completo da organização para jubileubrasil@terra.com.br até segunda, dia 15 de agosto. Segundo a nota, oito anos se passaram desde que as tropas militares brasileiras ocuparam o Haiti. "Até agora não se tem um balanço profundo dos efeitos reais dessa presença militar no país mais pobre das Américas. Ao contrário, esta ocupação tem significado, na visão de muitos, a negação de princípios básicos do direito internacional público”.

Desde 2004, os movimentos sociais pressionam o governo brasileiro e a Organização das Nações Unidas (ONU) pela retirada das tropas naquele país.


A presença opressora e espoliadora se contradiz com a intenção de promover a estabilização, "O povo desassistido e oprimido do Haiti não precisa de tropas militares, de intervenção bélica, policiamento, mas sim de ser exonerado do ilegal e ilegítimo endividamento externo mantido para o lucro do sistema financeiro internacional especulativo”, denunciam.


A nota apela para que "a comunidade internacional não ignore os extremos sofrimentos dos haitianos, submetidos às exigências mutiladoras dos interesses financeiros globalizados, suportando com a fome – como demonstraram as recentes mobilizações - e o desemprego, apesar disso, o terror militarizado, onde a opressão, os tiros, as armas, a morte substituem o que deveria ser feito”.


A comunidade haitiana necessita antes de tudo de "apoio técnico para sua agricultura, médicos para sua população, e de implantação internacional de projetos sociais de saúde, saneamento, educação e pleno emprego, que estimulem em curto prazo sua emancipação”, finalizam.


Fonte: Adital, por Jeane Freitas

 

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