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Pela vida, grita a Terra. Por direitos, todos nós!

19/08/2011

O escolha do tema da 17a edição do Grito dos Excluídos, Pela vida, grita a Terra. Por direitos, todos nós!, tem a intenção de provocar à sociedade civil organizada e ao governo a saltarem do modelo econômico de exploração, tanto dos bens naturais quanto da força humana, para uma opção de cuidado, preservação e cultivo da vida. E, para isso, que prioze a convivência justa, solidária e fraterna, em relações de convivência com as demais formas de existência, permitindo que a Terra se converta numa fonte perene de vida.

O evento acontecerá dia 7 de setembro, em vários cidades brasileiras, algumas delas realizam atividades desde o dia 1o, e dará continuidade ao debate levantado pela Campanha da Fraternidade de 2011. O Grito é promovido por várias organizações sociais e acontece na semana da pátria com o objetivo de questionar a situação de opressão vivenciada por uma grande parcela da sociedade. "A gente quer chamar atenção para o que seria essa independência comemorada neste dia e dizer que as pessoas não podem perder a capacidade de se indignar”, declara Ari Alberti, secretário nacional do Grito dos Excluídos.

Como objetivo geral, o Grito pretende anunciar, em diferentes espaços e manifestações populares, sinais de esperança com a perspectiva de transformação por meio da unidade, organização e das lutas populares. Denunciar todas as formas de injustiça, promovidas pelo sistema capitalista, implantado no país, que provoca a destruição e a precarização da vida do povo e do planeta.

Entre os eixos da manifestação deste ano, estão levantar a voz contra a violência e as grandes obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), como as realizadas para receber a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. "É preciso ver que crescer não necessariamente é se desenvolver. Todas essas obras vão gerar remoções de pessoas pobres, sofrimento, gasto de dinheiro público e é o povo quem vai pagar, com impostos”, conta Ari.

O evento tem organiza-se em torno de três sentidos:

* Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;

* Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;

* Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.

Na coordenação do Grito dos Excluídos estão: Campanha Jubileu Brasil, Cáritas Brasileira, Central dos Movimentos Populares (CMP), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Comissão 8 da CNBB, Comissão Pastoral da Terra, Grito dos Excluídos Continental, Grupo Romaria a Pé, Movimento dos Ameaçados por Barragens (Moab), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Pastoral da Juventude do Brasil, Pastoral Operária, Rede Rua e Serviço Pastoral dos Migrantes.

Confira também um dos spots de chamada do Grito 2011.

Fonte: página do Fórum Social Mundial

 

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