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Estudantes pedem 10% do PIB

31/08/2011

Os protestos estudantis começaram às nove da manhã desta quarta-feira (31) às portas do Banco Central (BC), onde se reuniria o Comitê de Política Monetária (Copom) para decidir o futuro da taxa de juros Selic. Com a lavagem simbólica da entrada do banco, os estudantes pediram a redução da taxa e o fim do superávit primário – que teve sua meta anual ampliada em R$ 10 bilhões na última segunda-feira (29).


“Queremos um país da educação, do trabalho e da produção, não um país que todo mundo vem para especular e ganhar dinheiro”, disse o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu.

A pauta de 43 reivindicações do ato - organizada pela UNE, União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) e Associação nacional de Pós-Graduados (ANPG) – é encabeçada pela destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e de 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação.

Do BC, os cerca de 10 mil estudantes saíram em marcha até o Congresso Nacional,
sob um sol intenso e clima seco, típicos de Brasília nesta época do ano. 

Já no início da tarde, dentro do Congresso, em uma audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, presidida pela deputada Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), os estudantes denunciaram a repressão do governo chileno de Sebastián Piñera contra o massivo movimento por educação pública daquele país. 

A audiência contou com a presença de uma das lideranças estudantis do Chile, Camila Vallejo, que relatou que o governo trata os manifestantes como “subversivos”, “delinqüentes” e “responsáveis pela morte do estudante Manuel Gutierrez [morto durante manifestação] e por mortes futuras”. 

Encontro com a presidenta

Em seguida, uma comitiva estudantil foi recebida pela presidenta Dilma Roussef e pelos ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho além da secretária nacional da Juventude, Severine Macedo.

De acordo com o presidente da UNE, Daniel Iliescu, a pauta do movimento foi exposta ao governo, que “não se posicionou com firmeza na defesa ou negação de nenhum dos itens”. A assessoria do Palácio do Planalto afirmou que o documento será estudado.

Fonte: Jornal Brasil de Fato

 

 

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