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MST vai às ruas de Pernambuco em defesa do Código Florestal e por veto de Dilma

07/03/2012

Nos dias 5 e 6 de março, o MST saiu às ruas de mais de 20 municípios pernambucanos em uma campanha de conscientização da população sobre as consequências das mudanças no Código Florestal, propostas pela bancada ruralista, que serão votadas na Câmara dos Deputados na próxima semana.

 

Da Zona da Mata ao Sertão, militantes e jovens de acampamentos e assentamentos do MST em todo o estado de Pernambuco distribuíram panfletos e participaram de debates em escolas e rádios locais para debater com a sociedade as consequências para o meio ambiente e para o país caso as alterações no Código Florestal sejam aprovadas.

 

Na cidade de Serra Talhada, sertão pernambucano, o MST levou esse debate para os agentes de saúde, reunidos no encontro municipal de agentes de Saúde. Em Caruaru, considerada Capital do Agreste Pernambuco, foram distribuídos mais de 5.000 jornais Brasil de Fato Especial sobre o Código Florestal. Em Petrolina, foram realizas debates em escolas e universidade, além de panfletagem e debate em rádios.

 

Os movimentos sociais do campo avaliam que as alterações propostas atendem apenas aos interesses dos latifundiários e do agronegócio, com consequências irreversíveis à natureza e ao meio ambiente.

Entre as propostas de alteração estão a anistia para desmatamento de áreas hoje protegidas, como mangues, beiras de rios e Reserva Legal até 2008, e a redução das Áreas de Preservação Permanente (APPs), com o claro objetivo de possibilitar a expansão das  áreas exploradas pelo agronegócio.

Veta Dilma

No dia 8 de março, mais de 1.000 mulheres da Via Campesina estarão mobilizadas no Estado na Jornada Nacional de Luta das Mulheres Camponesas, exigindo que a presidenta Dilma vete todos os itens propostos no novo Código Florestal que constituem agressão ao equilíbrio do meio ambiente de nosso território.

 

As mulheres camponesas exigem que a presidente honre com a palavra dada quando em campanha eleitoral e lembram a carta enviada por ela para a então senadora Marina Silva.

 

Na carta, a candidata Dila afirma que não toleraria redução de Áreas de Preservação Permanente (APP), redução de Reserva Legal e, com muita ênfase, nenhum tipo de anistia para desmatadores. Agora, o substitutivo do Código Florestal que reduzir APPs, Reserva Legal e anistia os crimes às leis ambientais.

 

Fonte: Página do MST

 

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