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Código Florestal: Presidenta não atende apelos da sociedade civil e opta pelo veto parcial

25/05/2012

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta sexta (25) que fará cortes na proposta do novo Código Florestal, mas não atendeu ao pedido de veto integral dos brasileiros. Apesar de seu esforço em retirar algumas partes do texto, que concedem anistia aos desmatadores, o projeto ainda está aquém do ideal para a proteção das florestas e a garantia de qualidade de vida da população.

A decisão desagrada boa parte da sociedade: os cerca de 80% da população que se declarou contrária ao projeto ruralista durante pesquisa do Instituto Datafolha e osmais de 2,5 milhões de pessoas de todo o mundo que assinaram petições pedindo o veto total.

“Os cortes apresentados pela presidente não atendem aos princípios elementares de sustentabilidade socioambiental e vão na contramão dos anseios da sociedade”, declarou Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica. 

O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, que reúne as principais organizações em defesa do meio ambiente, havia agendado uma entrevista coletiva para a imprensa logo após o pronunciamento no Palácio do Planalto. Mas ela foi cancelada devido à falta da divulgação pelo governo federal do texto oficial da Medida Provisória que substituirá os artigos vetados, inviabilizando uma análise precisa do veto. Uma nova entrevista coletiva será marcada no início da próxima semana, com tempo hábil para avaliação responsável do conteúdo do veto.

Ao todo, Dilma Rousseff vetou 12 artigos do projeto de lei aprovado no fim de abril pela Câmara dos Deputados e fez 32 modificações. Segundo o ministro da Advocacia Geral da União, Luís Inácio Adams, “as mudanças sugeridas vêm para preservar acordos e o Congresso nacional”.

O Brasil continua de luto pelas florestas e mantém firme o engajamento pelo movimento em prol da conservação ambiental.

 

Fonte: SOS Mata Atlântica

 

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