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MST reocupa fazenda Cambará e sofre tentativa de criminalização

17/09/2010

Ontem, 15 de setembro, por volta das 17h, os Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra do Acampamento Quintino Lira, que reocuparam a Fazenda Cambará, grilada pela Família Bengstson, receberam a presença da polícia militar e civil, sob a alegação de cumprir diligência pelo motivo de um Boletim de Ocorrência da empresa Marca Segurança, de que haveria pessoas em cárcere privado, maquinários agrários retidos e armamento com os trabalhadores.

 

Mesmo sob essas alegações, a intenção declarada pela polícia era de retirar as famílias e intervir na área, que já está com o processo de arrecadação (retomada das terras pelo poder público) em andamento. Ainda durante a operação ocorrida, se mantiveram na porteira da Fazenda os supostos seguranças da empresa Marca.

 

A situação só não se agravou pelo fato de que, ao mesmo tempo, chegou à área representação da defensoria agrária do Estado. Juntos aos advogados/as da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), o defensor Francisco Nunes mediou a negociação com os representantes das polícias e o fato não se desdobrou na soma de mais uma tragédia, como a morte do Caribé.

 

Os/as trabalhadores/as rurais sem terra não se recusaram a retirada do trator que estava na fazenda e nem a verificação de que não procedia a alegação de presença de reféns e armamento. Logo após o ocorrido, chegaram a frente da fazenda representantes da família de Josué Bengstson.

 

A situação demonstra como funciona e reage o latifúndio na atualidade, se utilizando de mecanismos diversos para manter seu controle, o uso de milícias articuladas como empresas de segurança, aparato do Estado, através da Polícia e ainda a tentativa de criminalização dos movimentos sociais.

 

Belém, 16 de Setembro de 2010

 

Direção Estadual do MST - Pará

 

REFORMA AGRÁRIA: POR JUSTIÇA SOCIAL E SOBERANIA POPULAR

 

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