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Ato político defende políticas estruturantes de convivência com o semiárido

06/06/2013

Por Políticas Públicas Estuturantes de Convivência Sustentáveis no Semiárido Baiano” este foi o tema da Jornada do Semiárido que aconteceu nos dias 28 e 29 de maio na Universidade Estadual de Feira de Santana. Reunindo diversos atores sociais, movimentos sociais, representantes da agricultura familiar o evento buscou mobilizar para a construção de uma política estadual de convivência com o semiárido com a participação da sociedade e do governo.

A Jornada do Semiárido Baiano foi iniciada no dia 28 de maio com uma Caminhada (Via Sacra) de percurso inicial na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) até ao centro da cidade de Feira de Santana onde foi realizado um ato político reunindo membros da sociedade civil, membros da agricultura familiar e organizações sociais em defesa da implantação de medidas estruturantes e políticas sustentáveis de convivência com o semiárido.

Em toda a sua programação, a jornada buscou elaborar uma pauta emergencial do conjunto de reivindicações por medidas estruturantes para a convivência com o semiárido, para serem entregues ao Governo Estadual e Governo Federal. As reivindicações buscam chamar a atenção para a necessidade de atenção à região semiárida além dos tempos de seca e desconstrução das imagens negativas e preconceitos existentes. O objetivo é conclamar os vários setores para reconhecer o semiárido como um lugar de oportunidades, valorizando as suas potencialidades, povos e culturas.

As propostas apresentadas ao governo estadual e federal devem incidir para a implementação de políticas públicas estruturantes e sustentáveis voltadas para o semiárido. As diretrizes da Jornada do Semiárido giram em torno de eixos como: tecnologias sociais; fortalecimento da infraestrutura hídrica e saneamento; reforma agrária e regularização fundiária; política agrícola; assistência técnica e extensão rural; educação contextualizada; soberania e segurança alimentar e nutricional; meio ambiente; e povos e culturas.

A intenção é que sejam firmados compromissos entre movimentos sociais, sindicais, governos estadual e federal para a construção de uma nova realidade para o semiárido, em torno de plataformas e ações permanentes e articuladas, a partir de um Plano Nacional e um Plano Estadual de Convivência com o Semiárido.

 

Fonte: MOC (Movimento de Organização Voluntária)

 

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