ABONG -  - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais

associe-se

conheça nossas associadas

Procure pelo nome em um dos campos abaixo:

selecione
selecione

Ou faça aqui uma busca detalhada:

selecione
selecione
selecione
selecione
  • APOIO

    • Petrobras
  • REDES

    • ALOP

Uruguaios dizem não à redução da maioridade penal

27/10/2014

Junto das eleições presidenciais e parlamentares, o Uruguai realizou no domingo (26) o plebiscito para definir se haverá ou não redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Segundo a Corte Eleitoral, 53,23% dos votos foram contra a diminuição.


A proposta de redução previa os seguintes crimes: homicídio, homicídio qualificado, graves lesões, lesões gravíssimas, furto, roubo, extorsão, sequestro e estupro. Propunha também que os antecedentes criminais dos adolescentes – mesmo aqueles cometidos antes da redução da maioridade – não seriam desconsiderados e contariam nos processos penais a que seriam submetidos após completarem 16 anos. A reforma, caso aprovada, alteraria o artigo 43 da Constituição do Uruguai.


Até 10h desta segunda-feira (27), 90% das urnas haviam sido apuradas.

Partidários da Frente Ampla comemoram em Montevidéu (Facebook/Frente Amplio)Partidários da Frente Ampla comemoram em Montevidéu (Facebook/Frente Amplio)


Segundo turno


O primeiro colocado nas eleições presidenciais foi o ex-mandatário e candidato pela coalizão Frente Ampla, Tabaré Vázquez, com 46,48% dos votos, porcentagem insuficiente para uma vitória no primeiro turno. Em segundo ficou Luis Lacalle Pou, do Partido Nacional, com 31,05%, depois o candidato do Partido Colorado, Pedro Bordaberry, com 13,05%. Pablo Mieres, do Partido Independente, obteve 2,98% dos votos.

 

Para esta nova fase da campanha que se inicia, Bordaberry apoiará Lacalle no segundo turno, conforme anunciou no Twitter: “Uruguai precisa de mudanças na educação, na segurança. Por essas mudanças, sem pedir nada, como sempre, trabalharei por @luislacallepou”.


Pedro é filho do ditador uruguaio Juan María Bordaberry. Desde 2006, seu pai estava preso pelas violações de direitos humanos cometidas durante a ditadura, como tortura, sequestro, desaparecimento e assassinato de pessoas. Em 2007, passou a cumprir prisão domiciliar por conta de seu grave estado de saúde.


Fonte: Carta Capital

 

PALAVRAS-CHAVE

  • PROJETOS

    • Compartilhar Conhecimento: uma estratégia de fortalecimento das OSCs e de suas causas

Rua General Jardim, 660 - Cj. 71 - São Paulo - SP - CEP: 01223-010 - Tel.: 11 3237-2122

Horário de funcionamento do escritório: segunda-feira à sexta-feira, das 9h às 19h

design amatraca