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7º Prêmio Educar pela Igualdade Racial e de Gênero

11/11/2014




O Sesc Belenzinho, em São Paulo, foi o cenário para a festa de lançamento do 7º Prêmio Educar pela Igualdade Racial e de Gênero, promovido pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), em 29 de outubro. O Prêmio, que tem como objetivo identificar, apoiar e difundir práticas pedagógicas e de gestão de escola comprometidas com a equidade, igualdade e qualidade na educação, passa, nesta edição, a contemplar a educação escolar quilombola e de gênero.

A cerimônia teve a participação de Danilo Miranda, diretor regional do SESC São Paulo, da coordenadora do CEERT, Cida Bento, e dos representantes das entidades parceiras das esferas pública e privada, como a Fundação Vale, Ministério da Educação, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME) e da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial de São Paulo (SMPIR).

“Nossa expectativa é ampliar a visibilidade para iniciativas que pensem relações de gênero na educação e fortalecer essas práticas, no sentido de que elas sejam um espelho pra outros professores”, afirmou a historiadora Giselle dos Anjos Santos, responsável pela introdução do conceito de gênero no Prêmio.

A representante da SMPIR, Marilândia Frazão, destacou que o Prêmio Educar é uma importante ferramenta para impulsionar a agenda dos governos para a temática racial, além de incentivar a criação de políticas públicas para a área.  O diretor de Políticas de Educação no Campo, Indígenas e para as Relações Étnico-Raciais do MEC, Thiago Thobias, afirmou que é  essencial valorizar as boas práticas: “E essa nossa parceria com o Prêmio é de extrema importância para que continuemos valorizando os professores e a educação pública brasileira”.

A Secretária de Educação de São Bernardo do Campo e presidente da UNDIME, Cleuza Repulho, se comprometeu a utilizar as seccionais da entidade, distribuídas por 26 estados do país, para divulgar o Prêmio. “Nós temos duzentas mil escolas públicas no Brasil e é muito importante que elas saibam dessa iniciativa, que ao longo desses anos foi crescendo, ganhando importância e levando essa discussão para as escolas que ainda não tinham. Redes que ainda não haviam implementado a lei 10.639 (que prevê o ensino da cultura africana e afrobrasileira) estão implementando. É um trabalho sério, porque é muito importante que o Brasil discuta isso”.

O evento foi encerrado com o show do sambista Arlindo Cruz.

Ao longo de suas edições, o Prêmio já contabilizou um acervo de 2.300 práticas de todo o país.  O Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero segue com suas inscrições abertas até 30 de março de 2015. A equipe do CEERT irá promover processos de divulgação formativa em diferentes regiões do país.

Para mais informações, acesse: http://www.ceert.org.br/

Fonte: CENPEC

 

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