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Mais de 50 pessoas participam de debate sobre cartilha “Tudo Dentro”

27/01/2015



Um debate acalorado, que teve a participação de mais de 50 pessoas, marcou o lançamento da 4ª edição da cartilha “Tudo Dentro: falando sobre DSTs e AIDS”, ocorrida em 14/01 na sede da ABIA, no Centro (RJ). O lançamento marcou a primeira ação positiva do Projeto Diversidade Sexual, Saúde e Direitos entre Jovens em 2015. Na abertura, Richard Parker, diretor-presidente da instituição, destacou o ativismo do artista norte americano Keith Haring, autor das ilustrações da cartilha, e sua importância para o campo da AIDS. Já Kátia Edmundo, coordenadora executiva da ABIA, lembrou que a produção de materiais como este contribui para o combate à AIDS ao promover o autocuidado e o cuidado coletivo.

Juan Carlos Raxach, autor da cartilha, ressaltou que a reedição do material é significativa devido à falta de produções que disseminem informações acerca do tema. De acordo com ele, trinta anos após a epidemia, os discursos e necessidades permanecem iguais e, portanto, a metodologia de comunicação em pares (de jovem para jovem) aliada à multiplicação de promotores de saúde e da troca de experiências, adotada pela ABIA, favorece a visibilidade do tema, a disseminação de informação e mudanças sociais.

Em seguida, Vagner de Almeida afirmou que a ABIA, por ser “interdisciplinar”, deve desempenhar um trabalho em todos os espaços e com todos os grupos sociais afetados. Ainda de acordo com Almeida, “não podemos ignorar o anonimato dos soropositivos de comunidades devido ao estigma redobrado e a culpabilidade imposta pela sociedade”. Gloria Victorino, uma das participantes convidadas com ampla experiência em comunidades pobres do Rio de Janeiro, ratificou as afirmações de Almeida. E acrescentou que a forma de dialogar em diferentes meios é primordial na difusão de informações.

O psicólogo Roberto Pereira, outro participante convidado, disse ser essencial distribuir o material, acompanhar a leitura e problematizar “para que seu poder informativo seja potencializado”. Um dos momentos de destaque foi protagonizado por Islene Motta, da Fundação Nilopolitana da Diversidade Sexual Colorida (Fundação Disco). Ela denunciou as péssimas condições oferecidas no município de Nilópolis para o atendimento às pessoas que vivem com o HIV e a AIDS. Segundo Motta, os moradores da Baixada Fluminense não têm informações ou serviços adequados a prevenção e tratamento de DSTs e AIDS.

Fonte: ABIA

 

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