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Inesc reafirma sua bandeira de luta pela população LGBT

02/02/2015

Apesar de avanços como o nome social no Enem e o recém-criado projeto da Prefeitura de São Paulo, a transfobia continua a fazer vítimas no Brasil.


Movimentos sociais e organizações que defendem os direitos da população LGBT chamam a atenção para a necessidade de garantir os direitos das pessoas trans no Brasil e no mundo, principalmente àqueles relacionados a direitos humanos e civis.

Apesar de alguns avanços, como o nome social do Enem e o recém projeto da Prefeitura de São Paulo – que garantirá a muitas pessoas trans (travestis, transexuais e transgêneros) o retorno à escola –, um dos mais urgentes desafios a serem enfrentados é a violência sistemática e recorrente contra as pessoas trans.

A homofobia, que ainda não é considerada crime no país, provocou, segundo levantamento do Grupo Gay da Bahia, pelo menos 216 assassinatos de janeiro até o dia 21 de setembro de 2014. Estatísticas do Grupo também apontam que 2013 tiveram pelo menos 312 assassinatos, o que corresponde uma morte a cada 28 horas. Os dados oficiais também são alarmantes. Segundo o 2º Relatório Sobre Violência Homofóbica 2012, da Secretaria Nacional de Direitos Humanos (SDH), o número de denúncias de violência homofóbica cresceu 166% naquele ano. Travestis e transexuais representam um dos grupos mais atingidos pela violência, e também pela discriminação cotidiana que impede essas pessoas de acessarem postos de trabalho e políticas públicas básicas.

Eu te desafio a me amar: Diana Blok

Em 2014, o Inesc apoiou a realização do projeto Eu te desafio a me amar, da fotógrafa uruguaia/holandesa Diana Blok.  (Assista ao teaser aqui).

A partir das fotografias e vídeo de Diana Blok, que trazem um olhar leve e intenso sobre o universo LGBT, o Inesc promoveu diversas atividades de formação e debates sobre os direitos humanos LGBT no Rio de Janeiro e em Brasília, contando com a generosidade de importantes parceiros, como o Observatório de Favelas, a Anistia Internacional e o Coletivo da Cidade e o apoio Embaixada da Holanda, da ONU Mulheres Brasil, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e da Secretaria da Cultura-DF/Museu Nacional da República, entre outros parceiros.


No dia da Visibilidade Trans, Inesc reafirma sua bandeira de luta pela população LGBT
Foto: Diana Blok, "Eu te desafio a me amar", 2014.

catálogo do projeto Eu te desafio a me amar, de Diana Blok, reúne imagens e depoimentos de personalidades, famílias e militantes LGBT no Brasil. Artistas como Ney Matogrosso e Ellen Oléria fazem parte do livro. Também estão retratados João Nery e Marcelo Caetano, ativistas; e Jean Wyllys, jornalista e deputado federal que defende os direitos da população LGBT.

Revista Descolad@s

Edição n. 3 da revista Descolad@s toda produzida por adolescentes e jovens do  projeto Onda, iniciativa promovida pelo Inesc, aborda o tema transexualidade por meio de entrevistas. Marcelo Caetano, primeiro estudante transexual da UnB que ganhou o direito de usar nome social, foi um dos entrevistados. Confira a entrevista completa aqui

Fonte: Inesc

 

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