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Suplicy assume compromisso com missão em apoio à Palestina

11/03/2015

Secretário de Direitos Humanos de São Paulo recebeu delegação brasileira que terá a CUT



As organizações do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial (FSM), que acontece entre os dias 24 e 28 de março, na Tunísia, aprovaram  uma missão humanitária a Gaza, território palestino ocupado. A ação está prevista para acontecer entre os dias 31 de março e 5 de abril com representantes dos movimentos sindical, sociais organizações não governamentais e parlamentares.

O objetivo é reunir-se com membros da sociedade civil e organizações de trabalhadores, mulheres e da juventude, além de visitar hospitais, escolas e outras estruturas civis destruídas e campos de refugiados para mostrar a realidade dos palestinos submetidos ao cerco de Israel.

A missão humanitária ganhou um importante aliado na tarde desta terça-feira (10) com a confirmação do apoio do secretário de Direitos Humanos de São Paulo, Eduardo Suplicy.

Representantes de organizações que farão parte do grupo, entre elas, a CUT, que em 2012 lançou a cartilha "A causa palestina", lembraram que os cidadãos de Gaza convivem com uma crise humanitária, que piorou após os 51 dias de bombardeio israelense em 2014. 

Com isso, mais de 100 mil palestinos encontram-se sem condições de retornar as suas casas, desde os recentes bombardeios, entre julho e agosto de 2014. Vinte e seis escolas foram destruídas, além de hospitais. 

A crise humanitária na faixa de Gaza tem sido objeto de preocupação das diversas organizações de direitos humanos, narraram. Situações de apartheid como a autorização de circulação apenas para veículos israelenses são comuns, assim como dificuldades para que os palestinos possam atravessar check points (postos de checagem) em direção a Israel onde trabalham ou estudo.

A situação das crianças da região também é dramática, mais da metade sofre de anemia, mesma situação de 50% das mulheres grávidas – impedidas ou limitadas em realizar o pré-natal. Dez por cento das crianças têm seu desenvolvimento prejudicado por desnutrição e os palestinos ficam diariamente até 18 horas sem energia. Esgoto corre a céu aberto.

Em dezembro de 2010, o governo brasileiro reconheceu o Estado Palestino e as organizações pretendem que o secretário seja um dos articuladores políticas para obter apoio nacional nas negociações com autoridades egípcias e israelenses para acesso à Gaza, que demanda autorização desses governos. Além de integrar a missão.

“Fiquei honrado em ser convidado para uma ação que pretende colocar a bandeira da resolução pacífica do conflito e de plenos direitos aos palestinos para que tenham sua cidadania e sua nacionalidade. Queremos, como brasileiros que, da mesma forma que árabes, palestinos, judeus e pessoas de todas as raças se dão bem no Brasil, possam ter uma convivência pacífica no Oriente Médio”, apontou.

Além da CUT, integram a missão a Confederação Sindical Internacional (CSI), Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), ONG de Direitos Humanos Al Wafaa, ONG Vida Brasil, EBC TV Pública, Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz (Cebrapaz), Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), Federação Árabe-Palestina do Brasil (Fepal), Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada, Soweto Organização Negra e Geledés Instituto da Mulher Negra.

A visita de solidariedade também já tem apoio dos deputados federais Ivan Valente (PSOL-SP) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ).


Fonte: CUT

 

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