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A realidade dos jovens da periferia de Petrópolis como pauta para o trabalho do ArticulAção

23/03/2015

A rotina dos monitores do projeto ArticulAção é um processo em constante transformação. Ao todo 10  educadores estão divididos em 4  comunidades de Petrópolis, realizando oficinas, juntamente com um trabalho de pesquisa sobre a realidade dessas famílias, que visa contribuir para a formação da consciência social  e para a mobilização dos jovens que vivem na periferia.

Após a primeira etapa do projeto, que foi composta pela realização de oficinas com temas pré-estabelecidos pela equipe, o projeto inicia agora, a fase de mobilização das comunidades, em que estas atividades serão desenvolvidas a partir das demandas encontradas até então.  Estas ações caminham juntamente com o trabalho de pesquisa, realizado pelos monitores do ArticulAção, que desde o início das atividades, realizam o diagnóstico das diversas realidades, a partir de entrevistas e o trabalho de imersão nas comunidades.

Maristela Silva já participou de outros projetos do CDDH e trabalha como jovem monitora no Articulação desde o início de 2014, quando a iniciativa começou. Ela acredita que a presença do grupo nas comunidades é muito importante, já que busca intensificar  os vínculos através do coletivo. "Enquanto jovens integrantes desse núcleo, estar caminhando pela comunidade, conversando com os moradores, percebendo esses lugares de modo diferente e buscando produzir, coletivamente, material é de grande importância para a pesquisa, para a comunidade e para o próprio projeto, como ferramentas para buscarmos transformações sociais tão necessárias hoje. conta.

A iniciativa é financiada pela Petrobras,  elaborada pelo Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis (CDDH),  e concretiza-se a partir de quatro principais núcleos de atuação (Musicalização & Funk, Cinema & Direitos Humanos, Teatro e Educação Ambiental e Práticas Agroecológicas), os educadores iniciaram um trabalho de reconhecimento dos cenários e de estimulação de novas percepções nos jovens e suas famílias. Já o grupo de monitores é composto por 5 jovens, remanescentes de outros projetos da organização e também moradores de comunidades da periferia da cidade.

Ainda segundo Maristela, o trabalho de pesquisa é uma experiência única, que dever ser perpetuada. " Há de ser importante também, estreitar os laços com essas pessoas, entendendo que a batalha que travamos nunca é 'só nossa', mas sim, de todos nós, juntos, sempre!", finaliza.

Fonte: Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis , por Juliana Oliveira 

 

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