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A agricultora Maria José, de São José do Egito, começa campanha que troca lixo por hortaliças

15/07/2015



O pote de margarina que, costumeiramente, acaba na lata de lixo, pode virar importante ferramenta para o plantio de hortaliças. A agricultora Maria José de Oliveira Silva, 51 anos, do assentamento Lagoa D’ Banda, de São José do Egito, utiliza o pote de margarina e outros recipientes para o plantio com o intuito de estimular a consciência ambiental e diminuir o lixo na sua comunidade e na cidade.

Hoje a agricultora está fazendo uma campanha de troca de potes que iria virar lixo, por um recipiente cheio de hortaliças e plantas nativas. A troca solidária está fazendo o maior sucesso nesses dois meses de atividades. “Se na seca a gente não faz chover, outras coisas podemos fazer para conviver com o semiárido. Percebi que o lixo prejudica muito nossa comunidade e não devemos só depender da prefeitura. Então comecei a pegar caixa de sorvete, margarina, sapato, de doce, e passei a plantar coentro, cebolinha, plantas medicinais, entre outras. Assim preservo o meio ambiente do lixo e também renovo minha plantação”, conta Maria José.

Além de fazer as mudas para seu quintal produtivo, também faz para a vizinhança e todos/as que chegarem na sua comunidade querendo trocar uma vasilha vazia por uma cheia de hortaliças ou plantas medicinais, como a cidreira e o capim santo. A agricultora Maria José também planta mudas do bioma caatinga, como juazeiro e arueira, ação que faz parte do Projeto Mulheres na Caatinga, executado pela Casa da Mulher do Nordeste, patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. O projeto visa promover o manejo sustentável da caatinga através do reflorestamento de essências nativas.

A campanha continua na cidade, o trabalho de divulgação é de formiguinha e boca a boca. “Antes de jogar o lixo fora, veja se ele não será útil na sua casa ou para a vizinhança. E lembre-se que o mosquito da dengue também pode usar essas vasilhas para reproduzir”, disse Maria José que já recebe encomendas da tecnologia e também intercâmbio de outras agricultoras e agricultores da região.

Fonte: Casa da Mulher do Nordeste

 

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