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Cartilha “Mulheres ambulantes se dando conta da violência!” é divulgada em oficinas do mês de julho

21/08/2015

O projeto Trabalhadoras Informais e Direito à Cidade, desenvolvido pelo Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos com apoio da Christian Aid e da União Europeia, realizou no mês de julho diversos encontros com as mulheres ambulantes, com o objetivo de divulgar a cartilha “Mulheres ambulantes se dando conta da violência!”.

A proposta de trabalho consistiu na criação de uma vivência que aproximou as participantes das experiências de violência de gênero, presentes de diversas formas na vida das mulheres.



De maneira lúdica, as participantes foram estimuladas a uma auto imersão que provocou sensações relacionadas a situações de violência como: o silenciamento das mulheres; a incapacidade de enxergar a violência que vivem; a paralisia causada pelo medo de enfrentar diversas situações; a dificuldade de pedir ajuda; a vergonha e outros aspectos que são resultantes da desigualdade de gênero.

Com esta dinâmica, as mulheres se apropriaram do conteúdo da cartilha como instrumento de enfrentamento e visibilidade das violências contra as mulheres ambulantes.

(Leia a cartilha completa neste link: http://bit.ly/1K2tjG5)

A criação de espaços de aprofundamento reflexivo do papel da mulher e da capacidade delas se cuidarem mutuamente é uma ação estruturante do projeto, que alcança o fortalecimento da sororidade, fundamental para o processo de auto-organização delas.

Na região da Lapa, frente à indisponibilidade da escola que esteve em período de férias, a oficina foi realizada na casa de uma das participantes, que teve a iniciativa de receber as mulheres e garantir a realização da atividade. O que revela o potencial delas se reunirem de maneira autônoma.

Nos encontros deste último mês, novas participantes jovens e adultas compareceram às reuniões e relataram suas vivências de enfrentamento da violência. A presença das jovens oportunizou ricas trocas de experiências geracionais, as quais contaram com aconselhamentos sobre a importância das mulheres não se calarem frente aos abusos praticados por namorados e/ou maridos.

Ao final dos encontros, apresentamos a proposta da primeira formação política com recorte de gênero para as mulheres ambulantes da cidade de São Paulo. A formação propõe oferecer informações e conhecimentos que as deixem seguras para processos de participação social e fortalecer a identidade coletiva da mulher ambulante.

Fonte: Centro Gaspar Garcia

 

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