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Fanzine e stencil: inspiração, criação e empoderamento artístico

11/09/2015

Ruivo Lopes e Bete Nóbrega oferecem repertório teórico e oficinas para a prática de linguagens urbanas

Fanzine, abreviação de fanatic magazine, como o próprio nome diz, é uma revista elaborada por fãs e que pode ter uma ampla gama de temas e formas de elaboração. A história do fanzine remonta ao início do século XX, quando em 1929 Jerry Siegel criou um dos primeiros fanzines da história com temática de ficção científica, intitulado Cosmic Stories.

Para Ruivo Lopes, a experiência com fanzine ganhou expressão no Brasil no final dos anos 1980 e ao longo dos anos 1990, “época em que o fanzine tinha um poder de propagação do conhecimento muito grande, pois a Internet ainda era um futuro distante”. O assessor pedagógico do Programa mostrou aos Jovens Monitores/as Culturais do CCJ - Centro Cultural da Juventude, na segunda-feira (06/07), fanzines de sua própria coleção, ressaltando que o principal lema dos fanzineiros é “criar e divulgar”.

Os jovens se dividiram em grupos e começaram a elaborar seus zines coletivamente, com tema livre. A recomendação dada foi repensar os conteúdos oferecidos pela grande mídia (impressa ou digital), recriando o campo imagético e exercitando a experiência sensível e cultural de cada um. Veja alguns dos fanzines produzidos:







 
Stencil, arte e comunicação

Na tarde da segunda feira (03/08), os jovens do CCJ - Centro Cultural da Juventude receberam Bete Nóbrega, artista com vasta experiência em stencil e graffiti e profissional há mais de dez anos em design e artes gráficas.

Bete iniciou a formação mostrando seus trabalhos e ressaltou aos jovens “que o objetivo principal do stencil é transmitir um conceito, uma mensagem ao público”. Deu então um panorama do stencil na atualidade, abordando livros que valorizam e ressignificam o graffiti e o stencil como importantes manifestações artísticas no final do século XX, como o livro biográfico Alex Vallauri e Estética Marginal. Sobre Vallauri, afirma: “O Dia do Graffiti foi gerado para homenagear este artista, que foi o precursor do stencil na rua”.

Da teoria à prática, Bete ensinou os jovens o passo a passo para fazer stencil:

1º passo – desenho com traços firmes;

2º passo – deixar margem para a aplicação do stencil na parede;

3º passo – fazer pontes dentro do desenho para conseguir inseri-lo mais facilmente.

Com baste nesses conhecimentos e com a monitoria de Bete, a tarde foi de produção de stencils que foram reproduzidos em um espaço da Ação Educativa.



Fonte: Ação Educativa

 

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