Plano Trienal

Plano Trienal2018-06-28T20:38:17+00:00

Planejamento Trienal da Abong
2013 a 2016

Prioridades para o triênio 2013-2016


As associadas reunidas na Assembleia Geral da Abong (27 e 28 de fevereiro de 2013) estabeleceram as prioridades estratégicas para o próximo triênio, considerando a conjuntura exposta no texto acima e os debates realizados durante o evento. Abaixo as prioridades, indicadores, atividades e cronograma, conforme definidos em reunião do CD – setembro de 2013:

1. Fortalecer a base associativa, através do investimento em sua sustentabilidade política e financeira e na ampliação do número de associadas.  Dinamizar a relação entre as associadas e a Abong, estabelecendo conexões mais claras entre o trabalho de articulação e representação política da associação e o que é realizado pelas entidades na base.

2. Intensificar a luta por um novo marco regulatório para as organizações da sociedade civil, através do reforço da articulação – tanto nacional como latino americana – em prol desta causa, através de estudos, incidência no executivo e no congresso e melhor comunicação com a sociedade. Lutar contra a criminalização de Movimentos sociais e organizações da sociedade civil.


3. Aprofundar a crítica ao modelo de desenvolvimento dominante, produtor de desigualdade social e depredador dos bens naturais; promover a construção de paradigmas alternativos que priorizem o bem viver, a justiça social e ambiental; e difundir as práticas sustentáveis existentes.

4. Contribuir para o avanço da democracia participativa e do controle social das políticas públicas. Neste sentido, lutar por uma Reforma Política ampla, pelo financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais, pela adequada representação de mulheres, pessoas negras e minorias, pela regulamentação dos instrumentos de democracia direta, pela democratização dos meios de comunicação e do judiciário.

5. Ampliar e qualificar a incidência internacional, principalmente através do diálogo e Articulação com a sociedade civil de outros países. Exigir participação da sociedade civil na política externa brasileira e o monitoramento do papel do Brasil – e das empresas brasileiras – no mundo. Promover uma cultura de paz, de solidariedade, de valorização da diversidade e de democracia.

Veja aqui o Plano Trienal completo.