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PROJETOS

Agenda 2030

Agenda Pós 2015 A Agenda 2030 foi um processo iniciado pela Organização das Nações Unidas para formulação de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que substituirão a agenda pautada pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, criada em 2000, e que expiraram no ano de 2015. Esta nova agenda busca criar um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade, além de fortalecer a paz universal.


A Abong está atualmente muito envolvida com essa agenda, participando desde 2013 como Líder Nacional da campanha global da sociedade civil Beyond 2015, que pressiona para uma agenda de ODS mais ambiciosa e legítima que os ODM, e que seja implementada com incidência nacional e internacional. Além disso, a Associação faz parte da coalizão Action/2015 que tem mais de 1500 Organizações membros que buscam incidir sobre os governos para que o pós 2015 realmente seja um período de ação e mudanças.




Compartilhar Conhecimento: uma estratégia de fortalecimento das OSCs e de suas causas

Em diálogo direto com a prioridade estabelecida na última assembleia, em 2013, (o fortalecimento da base associativa), a Abong trabalha na construção de ações estratégicas junto à Petrobras, que se firmou como patrocinadora deste projeto. Assim, o projeto Compartilhar Conhecimentos: uma estratégia de fortalecimento das OSCs e de suas causas teve início em janeiro de 2014, tendo como eixo estruturante o desenvolvimento de práticas de formação sobre Gestão e Desenvolvimento Institucional, alinhadas à difusão da produção de conhecimento e à ampliação do acesso das Organizações da Sociedade Civil (OSCs) a serviços de orientação jurídica.


O objetivo geral do projeto é desenvolver processos de formação para articulação e fortalecimento político institucional das OSCs com vistas à ampliação e qualificação de suas ações, da capacidade de ação coletiva do setor e do diálogo com a sociedade, fator essencial da democracia. Ao longo de seu desenvolvimento, espera-se que o projeto contribua também para ampliar práticas político-institucionais que possibilitem a sustentabilidade das ações em defesa de direitos e de um modelo de desenvolvimento socioambiental que garanta os bens comuns.

Uma importante dimensão estratégica deste projeto é o desenvolvimento de uma plataforma de educação à distância, que está em fase de estruturação e será usada tanto para os processos formativos, como para apoiar ações de articulação.

As principais ações do Projeto são: (a) atividades de formação estruturadas em 12 Cursos presenciais envolvendo as diversas regiões do Brasil, 6 cursos à distância e 8 palestras ou debates virtuais; (b) estruturação e publicização de uma biblioteca digital com materiais de diversas OSCs, além do acervo da Abong; e (c) construção e disponibilização de uma estrutura de orientação jurídica virtual específica para as OSCs.



FIP - Fórum Internacional das Plataformas Nacionais de ONGs

O Fórum Internacional das Plataformas Nacionais de ONGs (FIP) reúne 55 plataformas nacionais de ONGs da África, América Latina, Ásia, Europa e Oceania e sete coalizões regionais que, juntas, respondem por mais de 21 mil organizações.

O FIP foi fundado em uma conferência internacional realizada em Paris, em 2008, no esforço de ampliar o espaço de participação nos debates globais para defender visão da sociedade civil de um mundo solidário, onde os direitos humanos sejam respeitados, as populações mais vulneráveis tenham voz e as desigualdades e a injustiça sejam combatidas. Este objetivo motivou a iniciativa de plataformas nacionais dos cinco continentes para iniciar um trabalho de cooperação e defesa conjunta de ideais comuns.

A Secretaria do FIP se encontra nos escritórios de Coordination SUD, Plataforma francesa de ONGs. Em 2011, deu-se início a um processo de descentralização da Secretaria do FIP. O primeiro passo foi a transferência do trabalho de comunicação às Plataformas do Chile, ACCIÓN; e do Brasil, Abong.




Fórum Social Mundial - A sociedade civil planetária em movimento

FSM

“Um outro mundo é possível!” É com esse lema que o Fórum Social Mundial (FSM) tornou-se conhecido. Surgido em Porto Alegre em 2001, em oposição ao Fórum Econômico de Davos, o FSM rebateu o discurso vigente do pensamento único neoliberal e denunciou os efeitos perversos da globalização econômica e financeira. Virou o símbolo da busca por um outro modelo de desenvolvimento para o planeta, socialmente justo e ambientalmente sustentável. Um dos principais desafios do FSM permanece a articulação das lutas e a construção de pautas e estratégias comuns, resultando numa articulação mais global que amplie a possibilidade de incidência transformadora nos cenários mundial e nacionais.

O Coletivo Facilitador Brasileiro do FSM é composto por sete organizações membros do Conselho Internacional do FSM e tem trabalhado no sentido de ajudar a apontar caminhos para a dinâmica do CI e de forma geral para o processo do FSM. O projeto Construindo o FSM 2016, que conta com patrocínio da Petrobrás, visa garantir a construção,  a realização e os desdobramentos do FSTemático 2016 – Porto Alegre 15 Anos de FSM, que acontece de 19 a 23 janeiro 2016, em Porto Alegre, RS, Brasil, e também a participação de uma comitiva brasileira no FSM 2016, que será realizado de 9 a 14 de agosto de 2016, em Montreal, Canadá para que seja possível realizar atividades em articulação com movimentos sociais de outros países aprofundando a solidariedade internacional e a construção coletiva de alternativas à crise global, assim como levar os acúmulos das discussões no Brasil sobre os rumos do FSM ao processo de reestruturação das instâncias organizadoras e da metodologia do Fórum que – após dois anos de transição – será concluído na ocasião.




Informação, formação e comunicação em favor de um ambiente mais seguro para a sociedade civil organizada

Para investir em produção de informação qualificada sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de um ambiente mais seguro e saudável para a atuação das Organizações da Sociedade Civil brasileira, o projeto, apoiado pelo Instituto C&A, propõe considerar alguns critérios: incluir informação geral sobre o papel e importância das OSCs para a vitalidade da democracia brasileira; usar linguagem clara e comunicativa; e dialogar com o público amplo.

As ações previstas são: desenvolvimento de materiais impressos e digitais; realização de oficina virtual com vistas a apresentar a estratégia do projeto e explicar os materiais específicos da pauta do marco regulatório, além de orientar os contatos para a incidência na mídia e trocar estratégias de incidência com parlamentares em sua base eleitoral. A expectativa é que os/as participantes atuem como multiplicadores/as da capacitação, além de realizar ações de incidência de mídia e política. Além disso, o projeto prevê  apoiar o desenvolvimento de ações em 5 Estados, das quais haverá avaliação e sistematização das aprendizagens.


Um esforço especial no período de realização do projeto para uma maior integração e aproveitamento das produções nacionais da Abong (comunicação e Observatório), com os trabalhos realizados pelas áreas de comunicação de associadas e de movimentos sociais parceiros na ponta também está contemplado durante o período de implementação.



Novos paradigmas de desenvolvimento: pensar, propor, difundir

Na visão da Abong e do Iser Assessoria, há uma consciência crescente da gravidade do desastre ecológico atual, assim como das sérias consequências em termos de mudanças climáticas. É urgente ampliar o debate público sobre como devemos organizar a sociedade, como devemos repensar a economia, para dar conta dos problemas ambientais que a humanidade está vivendo.

 

Assim, o projeto Novos paradigmas de desenvolvimento: pensar, propor, difundir visa a aproveitar a capacidade de mobilização nacional e internacional da Abong, sua estrutura, credibilidade e representatividade e articular isso com a competência acumulada pelo Iser Assessoria no tratamento teórico e prático do tema de desenvolvimento justo e sustentável por meio da articulação com especialistas nacionais e internacionais, organizações e movimentos sociais de base a fim de Contribuir para a construção e difusão de um paradigma alternativo ao modelo de desenvolvimento dominante.

 

A partir desta parceria, pretende-se produzir um conjunto coerente de propostas relativas à organização social, à economia, capazes de respeitar os limites da natureza e evitar a catástrofe. Estas propostas buscarão contemplar os meios de fazer a transição da situação atual para o novo paradigma e também servir de horizonte para ações de movimentos sociais e organizações da sociedade civil, no sentido de pressionar as autoridades – em nível nacional, regional, municipal – para adotarem políticas que as implementem.

Acesse aqui a página que reúne os conteúdos sobre o tema difundidos no âmbito do Projeto.




Observatório da Sociedade Civil

Observatório da Sociedade Civil é um projeto da Abong – Organizações em Defesa dos Direitos e Bens Comuns que visa a construir um ambiente cada vez mais favorável à atuação das Organizações da Sociedade Civil (OSCs), ampliando os espaços de mobilização e participação social e fortalecendo a democracia brasileira. Nesse sentido, trabalha para dar visibilidade ao trabalho das entidades, ampliando a transparência e qualificando o debate social a respeito do tema, com especial atenção à mídia.

 

A proposta de criação do Observatório surge nas discussões da Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as OSCs, que reúne diversas entidades para discutir e cobrar do governo federal a criação de um arcabouço legal que dê mais segurança e amplie as possibilidades de organização e ação da sociedade. A Plataforma destaca o papel das organizações como patrimônio social brasileiro e pilar de nossa democracia. Seus signatários reivindicam uma política de fomento à participação cidadã por meio de organizações autônomas, com legislação clara e acesso a fundos públicos. As OSCs, por sua vez, comprometem-se a zelar pelo sentido público de sua atuação, adotando práticas de boa gestão, auto-regulação, transparência e prestação de contas, e intensificar a qualidade de suas ações nos processos de mobilização social e participação.

 

O Observatório da Sociedade Civil pretende ser uma ferramenta para a realização desse fim, articulando entidades, fomentando as práticas de transparência, ampliando a visibilidade das organizações e de suas conquistas e qualificando o debate público sobre a organização social e participação na esfera pública.

 

Inicialmente organizado pela Abong, o projeto pretende atrair novos parceiros, ampliar sua atuação e tornar-se referência na relação entre as Organizações da Sociedade Civil e a população.

 

Além do site, o Observatório também tem perfis nas redes sociais Facebook e Twitter.



PDI - Programa de Desenvolvimento Institucional

O Programa de Desenvolvimento Institucional – PDI da Abong é desenvolvido desde 2001, sendo um projeto articulado de forma sistêmica à dinâmica institucional da Associação. Assim, objetivos e atividades visam, em última instância, ao reforço da incidência sócio-política das associadas, redes parceiras e da própria Abong, influindo em sua legitimidade e credibilidade na sociedade brasileira e internacional. Para isso, o Programa, no período de 2013 a 2016, terá entre seus focos principais a consolidação da rede de associadas, através da comunicação interna, e o apoio para reestruturação e consolidação da nova estrutura de funcionamento da Associação, cujo objetivo é torná-la mais forte e representativa em sua ação política, ao mesmo tempo em que reforça as lutas em torno das causas de suas associadas.

O PDI também manterá seu investimento na compreensão dos aspectos que afetam a sustentabilidade das organizações de defesa de direitos e na sua capacidade de alterar estes aspectos de forma coletiva e articulada. Uma das formas, com certeza, é a comunicação, neste caso considerando seu caráter político estratégico, seja no sentido de informar a sociedade sobre o impacto do trabalho destas organizações, como para divulgar e mobilizar em torno de suas causas.

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