Assista ao discurso da Abong na criação do Conselho de Participação Social

Na última terça-feira (31/01), o Governo Federal reabriu o diálogo com os movimentos sociais abandonado nos últimos anos, após amplo desmonte das estruturas de participação popular na esfera pública nos últimos anos, ao instituir o Conselho de Participação Social, que vai reunir 68 representantes de movimentos e entidades a cada três meses, e o Sistema de Participação Social Interministerial será coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência, centrado na coordenação do diálogo. 

Durante a cerimônia, a pastora Romi Bencke, integrante do nosso Conselho de Ética e Secretária-Geral do Conic (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), organização associada e parceira, representou a associação em seu discurso, que denunciou o processo de criminalização que as OSCs e movimentos sociais enfrentaram nos últimos anos. O tema foi tratado pela Abong no Relatório de Criminalização Burocrática lançado no 2º semestre de 2022 e disponível no nosso site para download gratuito.

A importância da participação popular no governo foi uma das pautas levantadas pelo Conselho de Participação Social do Gabinete de Transição Governamental, formado por integrantes de diversos setores, incluindo a Abong e outros atores da sociedade civil. A temática também foi debatida durante o encontro “Desafios e possibilidades para a sociedade civil nos próximos quatro anos”, promovido em parceria com a Oxfam Brasil, AHF e Böll. Dentre os principais objetivos apontados, ressaltamos o fortalecimento de uma agenda pós eleição. Leia o relato!

A criação deste órgão será fundamental na reconstrução das políticas públicas do país, reabrindo o diálogo do governo federal com os movimentos populares. Assista ao vídeo da fala de Romi Bencke na íntegra.

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OSCs no Governo: Representantes da Sociedade Civil na luta pela Democracia

O campo das OSCs conta com companheiras(os) de luta no atual governo. Conheça algumas pessoas que aceitaram o desafio de compor o governo e colaborar na reconstrução democrática. Nos encontramos na luta! 


Ariel Castro

Roberta Eugênio

Michela Calaça

João Jorge

Keila Simpson

Alexandre Pires

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Diálogos Pela Democracia – Abong no Congresso Nacional!

UNFPA e Abong se reúnem para pensar em ações conjuntas

Na passagem da Abong por Brasília, parte da diretoria executiva se reuniu com a Representante da UNFPA Brasil, Florbela Fernandes, para prospectar ações conjuntas de fortalecimento do campo dos direitos humanos no país. Na ocasião, Cibele Kuss, Keila Simpson, Henrique Frota e Franklin Felix foram porta-vozes das ações que a Abong vem realizando para a promoção e defesa das OSCs e da democracia.

“Saímos animados com a tarefa de pensar ações para o próximo período que possam abrir caminhos para as potencialidades das juventudes, das mulheres negras e da população LGBTQIAP+ por meio de uma escuta ativa, mapeamento das realidades e necessidades, assim como formações e atividades educacionais”, conta Franklin Felix, coordenador geral da Abong.

Neste período que marca a retomada dos projetos e políticas de defesa dos grupos historicamente em processo de vulnerabilização, a colaboração é a principal ferramenta de luta da sociedade civil organizada.

Parlamentares participam de café da manhã com representantes da Sociedade Civil

Na terça-feira (28),as organizações e movimentos sociais receberam bancadas, lideranças e frentes parlamentares para dialogar sobre os desafios e propostas para o fortalecimento da democracia a partir do trabalho e defesa das OSCs. A programação do dia também contou com apresentação do grupo de teatro “As Loucas de Pedra Lilás”, de Pernambuco. 

Abong participa de reunião com a Deputada Federal Dandara Tonantzin

Durante o evento “Diálogos Pela Democracia”, os representantes da ABONG puderam conversar com a Deputada Federal Dandara Tonantzin sobre as agendas de fortalecimento da luta por direitos humanos no Congresso Nacional e também das organizações da sociedade civil, com foco para Minas Gerais, estado que elegeu Dandara nas últimas eleições. 

Reunião na Secretaria de Participação Social

A participação da sociedade civil nas decisões da vida pública é essencial para contribuir com projetos e com o próprio fortalecimento da democracia. Durante a passagem pelo Congresso Nacional, a Abong representou suas associadas em reunião na Secretaria de Participação Social.

Durante a conversa, que contou com a presença das diretoras-executivas Cibele Kuss, Débora Rodrigues e Keila Simpson, assim como o diretor Henrique Frota e o coordenador-geral, Franklin Félix, a organização pontuou sobre a necessidade de fomentar caminhos que visem a presença das OSCs no governo, assim como sua sustentabilidade.

#NaMídia

O evento “Diálogos pela Democracia” foi notícia no Portal Catarinas. Leia a matéria na íntegra: bit.ly/3SZmdOY

Veja quem mais repercutiu a iniciativa! 

Sul21: Diálogo entre sociedade civil e parlamentares quer fortalecer luta pelos direitos humanos

CFemea: Diálogos pela Democracia: Ativistas recebem parlamentares em café da manhã no Salão Negro da Câmara d@s Deputad@s 

Agência Pulsar Brasil: Evento em Brasília reúne movimentos sociais e parlamentares para fortalecer a luta por Direitos Humanos no Congresso Nacional

Inesc: Evento promove diálogo entre sociedade civil e parlamentares em defesa dos Direitos Humanos

Plenária marca o retorno do CONSEA

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional foi recriado e isso significa muito para a luta por políticas públicas de combate à fome, assim como para a agricultura familiar. A presidenta do CONSEA-BA, Débora Rodrigues, membro da diretoria executiva da Abong, esteve em Brasília para a plenária que marcou esta retomada e também a volta do novo Bolsa-Família.

“A Abong sabe que a sociedade civil não parou de atuar mesmo com o desmanche dos conselhos e da participação social, mas agora voltamos com o CONSEA, e, como disse a presidenta Elisabetta Recine, o conselho voltou para incomodar, incidir, propor e monitorar as ações de combate à fome. Os estados também estão voltando para casa com muito trabalho para o nosso reencontro em novembro, quando acontecerá a Conferência Nacional de Segurança Alimentar”.

A gente se encontra na luta!

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Nas redes, Nas ruas, Sempre na Luta!

Desde o início de 2020, o mundo tem passado por uma pandemia, gerando não só uma crise sanitária, mas também consequências nas esferas econômicas, sociais e políticas, além do aprofundamento das desigualdades já existentes e violações dos direitos humanos. Durante este período, os movimentos populares e sociais diminuíram – por inúmeros fatores – a presença nas ruas, que historicamente foram palco de protestos e conquistas importantes para todas e todos.

Em 2022, voltamos a nos encontrar neste espaço fundamentalmente político em um momento em que nosso principal pilar – a democracia – estava ameaçada. Entendemos que contra a barbárie, violência e a política de morte (simbólica, humana e ambiental), “tudo que nóis tem é nóis” – como canta o rapper Emicida.

Ocupamos o espaço público, dialogamos com as pessoas, enfrentamos alguns descompassos, mas saímos fortalecidos. Foi um longo caminho ao longo do ano, mas os passos da nossa gente – essa, dos direitos humanos, do respeito às religiões, do antirracismo, do direito de escolha, do bem-viver, da economia solidária, do combate á LGBTQIA+fobia, da democracia radical – ainda irão mais longe para construir um outro mundo possível. E foi isso que mostramos na nossa campanha de retrospectiva no final de 2022. O conteúdo completo você encontra aqui.

 

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Novembro Negro: Aquilombar a Democracia

Aquilombar a Democracia para radicalizá-la! A luta antirracista e o enfrentamento do estado realizado por pessoas negras foi e continua sendo essencial para a construção daquilo que reconhecemos como democracia. É importante celebrar e iluminar tais contribuições – sistematicamente ignoradas – que começam mesmo antes de Zumbi e Dandara dos Palmares e que continuam ainda hoje nos passos de parlamentares, ativistas e manifestantes.

Ainda assim, apesar das conquistas obtidas e desta contribuição, o genocídio negro, o racismo em suas diferentes configurações, o machismo e a LGBTQIA+fobia continuam em curso e ameçavam à vida e o bem viver de pessoas negras.

A Abong realizou a Mesa:  “Aquilombar a Democracia”, com a participação de Mônica Oliveira (Rede de Mulheres Negras de Pernambuco), Benilda Bento (Nzinga), Ediane Maria (Deputada Estadual eleita pelo Psol/SP) e Sheila Carvalho (Coalizão Negra por Direitos e Membro da Coordenação do Grupo de Transição para Justiça e Segurança Pública), que dialogaram sobre a centralidade da luta de mulheres negras para a conquista de direitos para todas e todos, combate à opressão e construção de uma sociedade democrática e pautada no bem-viver.

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Fé e Democracia: Nossa fé não combina com ódio

Durante as eleições assistimos ao acirramento da disputa política com a utilização da fé para manipular votos, seja com a divulgação de fake news, com a disseminação de discursos de ódio e até com a coerção de fiéis. Sabemos que a verdadeira fé não combina com o ódio, mas com a promoção da vida, com a liberdade, com o respeito às diversidades, com a valorização das mulheres, com o combate à fome e às injustiças, com o cuidado e preservação da Natureza.

A verdadeira fé, seja qual religião for, combina com a democracia!

É por isso que, neste momento decisivo para o nosso país, de embate entre um projeto autoritário e de viés fascista versus um projeto democrático de sociedade, lideranças religiosas de diferentes denominações têm se posicionado e se colocado na defesa da vida. É como se pronunciam nesta série de vídeos: Pastora Odja Barros (Igreja Batista do Pinheiro), Makota Celinha (Coord. geral do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira – Cenarab), pastor Ricardo Gondim (Igreja Betesda), monja Kokai (Comunidade Zen Vale dos Sinos), padre Júlio Lancellotti (Pastoral do Povo de Rua), Iyálórisà Luciana d’Òyá (Ile Oba Asè Ogodo) e o pastor Cláudio Carvalhaes (Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Em reunião do Conselho de Participação Social, Lula reafirma que combate à fome, educação e saúde são prioridades de seu governo

Presidente eleito defendeu também a volta da participação social no governo, como ocorreu nas suas gestões, que contou com a realização de 74 conferências nacionais

Foto: Ricardo Stuckert
O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a volta da participação social e reafirmou que o combate à fome, e a melhoria da educação básica e do acesso da população às especialidades médicas no Sistema Único de Saúde (SUS) são três prioridades de seu governo. A afirmação foi feita durante a reunião com integrantes do Conselho de Participação Social do Gabinete de Transição, nesta terça-feira (13/12), em Brasília (DF). A reunião contou com a presença do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, e da coordenadora de Articulação Política, Gleisi Hoffmann.“Não teria outro sentido em voltar a ser presidente da República se não fosse para fazer melhor do que foi feito na primeira vez. Tivemos uma experiência exitosa. Houve uma participação popular muito ativa. Além das 74 conferências nacionais que nós fizemos, tivemos centenas de reuniões de conselhos que discutiram todos os assuntos. Temos que voltar a fazer”, disse ele.

Lula defendeu a manutenção do Conselho para além da transição, para “de tempos em tempos, fazer uma reunião com vocês e fazer uma avaliação de como a coisa está indo. Esse conselho precisa perdurar para a gente se reunir”, defendeu. Integram o Conselho de Participação Social 57 entidades sociais e populares de todo o país.

Prioridades

Na reunião, Lula reafirmou que tem três prioridades para seu governo: combate à fome, educação básica e acesso às especialidades no Sistema Único de Saúde. “Eu quero assumir compromisso público com essa prioridade da saúde e quero assumir compromisso público com o ensino básico desse país”, disse.

“Nós precisamos fazer um mutirão para melhorar o ensino básico nesse país. Vamos fazer um esforço muito grande para fazer escola de tempo integral, que além de permitir que a criança estude mais, vai diminuir a violência nas periferias porque elas estarão menos expostas.”

O presidente eleito defendeu a retomada do Farmácia Popular, “para que o povo possa voltar para a casa com o seu remédio”, e que será preciso fortalecer o SUS e, de forma decisiva, criando condições para que as pessoas tenham acesso às chamadas especialidades. “O problema das pessoas mais humildes no país é que eles conseguem uma consulta em algum hospital. Então, quando o médico pede um exame mais sofisticado, como uma ressonância magnética, a pessoa espera dois anos para fazer. Ninguém aguenta ficar com dor esperando, sofrendo”, reclamou.

Para combater a fome, Lula afirmou que o governo vai incentivar a produção de alimentos, por meio de programas de incentivo que foram a marca das gestões anteriores, como o PAA, o PNAE, além da retomada da Conab para a regulação de estoques.

Em entrevista à imprensa, Simone Nascimento, coordenadora do Movimento Negro Unificado (MNU), disse que o diagnóstico do Conselho apontou que, mais de 90 conselhos e espaços de participação foram destruídos no governo Bolsonaro. Poucos resistiram, como o Conselho Nacional de Saúde, importante durante a pandemia. Kelli Mafort, coordenadora nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), relatou que após 15 dias de trabalho, o conselho montou diagnóstico, sugeriu revogação de normas e propôs criação de órgão para garantir a participação social nos diferentes ministérios.

Fonte: https://gabinetedatransicao.com.br/noticias/em-reuniao-do-conselho-de-participacao-social-lula-reafirma-que-combate-a-fome-educacao-e-saude-sao-prioridades-de-seu-governo/

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ONGs pela Democracia: movimento articula ações para o 2° turno das eleições

Organizações da Sociedade Civil de todo o Brasil que atuam na defesa de direitos e da democracia foram convidadas a comporem a frente ampla “ONGs pela Democracia”, iniciativa que ocupará as redes e as ruas durante o 2º turno para lutar pela reconstrução de um Brasil radicalmente democrático. As organizações se encontraram presencialmente na sede da Ação Educativa, em São Paulo, e virtualmente com representantes em outras cidades, para coordenar iniciativas que possam ser tomadas pelas organizações de forma coletiva e cooperada, respondendo às questões: como podemos nos articular? E como mobilizamos ações públicas ocupando o espaço público?

A mobilização aconteceu na última sexta-feira (07/10) e contou com mais de 40 pessoas presencialmente e 50 participantes online para articular uma agenda em defesa da democracia e que possa dialogar com a população sobre a importância do voto, além de elaborar materiais informativos com as regras da justiça eleitoral para o voto em trânsito, quem pode votar no 2º turno,  entre outros serviços de apoio às eleitoras e eleitores.

 

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Encontro do Conselho Diretor Abong 2022

O Conselho Diretor da Abong se reuniu em Salvador, Bahia, nos dias 15 e 16 de agosto para dialogar sobre processos, estruturar as próximas ações e iniciativas em defesa da democracia e das OSCs brasileiras.

Foram 2 dias de muita partilha, afeto e cuidado para uma construção coletiva do futuro que buscamos.

O evento contou as histórias e vivências de representantes de todas as estaduais da Abong e também com nossas Diretoras e Diretores Executivos.

Durante o encontro, também foi lançado o Perfil Abong 2021 e a publicação “Nossos Saberes: Práticas para Transformar o Mundo”.

Rememorando toda a potência de luta e afeto que aconteceu no 1° dia de Encontro do Conselho Diretor da Abong em Salvador.

Wie Umsatzbedingungen bei Casinoboni wirklich funktionieren: Casinoc01 erklärt

Wer sich mit Online-Casinos beschäftigt, stößt früher oder später auf Bonusangebote, die auf den ersten Blick verlockend wirken: 100 Prozent auf die erste Einzahlung, 50 Freispiele ohne Einzahlung, Cashback-Aktionen im dreistelligen Eurobereich. Was viele Spielerinnen und Spieler dabei übersehen, sind die sogenannten Umsatzbedingungen – auf Englisch als „Wagering Requirements” bezeichnet –, die bestimmen, unter welchen Voraussetzungen ein Bonusbetrag tatsächlich ausgezahlt werden kann. Diese Bedingungen sind keine Nebensache, sondern das Herzstück jedes Bonusangebots. Wer sie nicht versteht, riskiert Frustration, verlorene Einzahlungen und das Gefühl, in eine Falle getappt zu sein. Dabei folgen Umsatzbedingungen einer klaren, nachvollziehbaren Logik – wenn man weiß, wie man sie liest.

Was Umsatzbedingungen bedeuten und wie sie berechnet werden

Der Begriff „Umsatzbedingung” bezeichnet die Anforderung, einen Bonus- oder Einzahlungsbetrag eine bestimmte Anzahl von Malen umzusetzen, bevor eine Auszahlung möglich ist. Ein Beispiel: Ein Casino bietet einen Bonus von 100 Euro mit einem Umsatzfaktor von 35x an. Das bedeutet, die Spielerin oder der Spieler muss insgesamt 3.500 Euro an Wetteinsätzen platzieren, bevor der Bonus in echtes Geld umgewandelt werden kann. Dabei ist entscheidend, ob sich der Faktor nur auf den Bonusbetrag bezieht oder auch auf die Einzahlung selbst. Im zweiten Fall – bei einem Bonus von 100 Euro auf eine Einzahlung von 100 Euro mit einem 35x-Faktor auf Bonus plus Einzahlung – wären es bereits 7.000 Euro, die umgesetzt werden müssen. Dieser Unterschied wird in den Bonusbedingungen häufig verschleiert oder in kleiner Schrift vergraben.

Hinzu kommt die sogenannte Spielgewichtung. Nicht alle Spiele tragen gleichwertig zum Umsatz bei. Spielautomaten zählen in der Regel zu 100 Prozent, während Tischspiele wie Blackjack, Roulette oder Baccarat oft nur mit 10 bis 20 Prozent gewichtet werden. Das bedeutet: Wer an einem Blackjack-Tisch 100 Euro setzt, zählt davon unter Umständen nur 10 Euro auf die Umsatzbedingung an. Einige Casinos schließen bestimmte Spiele vollständig aus. Diese Gewichtungstabellen sind selten prominent platziert und erfordern oft gezieltes Suchen in den AGB.

Ein weiterer Faktor ist die Gültigkeitsdauer des Bonus. Die meisten Angebote haben ein Ablaufdatum von 7 bis 30 Tagen. Wird der Umsatz nicht innerhalb dieser Frist erfüllt, verfällt der Bonus – in manchen Fällen inklusive der damit erzielten Gewinne. Gerade bei hohen Umsatzfaktoren ist diese Zeitbeschränkung eine reale Hürde, die für viele Gelegenheitsspieler kaum zu überwinden ist.

Die mathematische Realität hinter Bonusangeboten

Um den tatsächlichen Wert eines Bonusangebots zu verstehen, muss man den sogenannten theoretischen Rückzahlungswert (RTP – Return to Player) der gespielten Spiele kennen. Moderne Online-Spielautomaten haben in der Regel einen RTP zwischen 94 und 97 Prozent, was bedeutet, dass das Casino langfristig zwischen 3 und 6 Prozent aller gesetzten Beträge als Gewinn behält. Dieser Hausvorteil ist die Grundlage, auf der Umsatzbedingungen kalkuliert werden.

Nehmen wir ein konkretes Rechenbeispiel: Ein Bonus von 100 Euro mit einem 40x-Umsatzfaktor und einem Spielautomaten mit 96 Prozent RTP. Der erwartete Verlust beim Durchspielen des Bonus beträgt 4.000 Euro × 0,04 = 160 Euro. Da der Bonus selbst nur 100 Euro wert ist, ergibt sich ein erwarteter Nettoverlust von 60 Euro – selbst wenn man den Bonus vollständig erhält und korrekt durchspielt. Das zeigt: Ein hoher Umsatzfaktor kann den Wert eines Bonus rechnerisch auf null oder sogar ins Negative drücken. Erst bei Faktoren unter etwa 20x und einem RTP über 96 Prozent ergibt sich für den Spieler ein statistisch positiver Erwartungswert.

Laut unserer Analyse liegt der durchschnittliche Umsatzfaktor bei europäischen Online-Casinos im Jahr 2024 zwischen 30x und 45x, wobei Angebote mit Faktoren über 50x in mehreren EU-Jurisdiktionen zunehmend unter regulatorischen Druck geraten. Besonders die britische Gambling Commission hat seit 2019 Richtlinien eingeführt, die Casinos dazu verpflichten, Bonusbedingungen klar und verständlich darzustellen – ein Schritt, den andere Regulierungsbehörden seither schrittweise nachahmen.

Casinoc01 hat in seiner Aufbereitung von Bonusangeboten darauf hingewiesen, dass viele Spieler den Unterschied zwischen einem „Sticky Bonus” und einem „Non-Sticky Bonus” nicht kennen. Beim Sticky Bonus bleibt der Bonusbetrag dauerhaft im Konto, kann aber nicht direkt ausgezahlt werden – nur die damit erzielten Gewinne sind nach Erfüllung der Bedingungen verfügbar. Beim Non-Sticky-Modell wird der Bonus nach einer Einzahlung getrennt verwaltet, und Gewinne können unter bestimmten Umständen früher ausgezahlt werden. Diese Unterscheidung hat erhebliche Auswirkungen auf die tatsächliche Nutzbarkeit eines Angebots.

Regulatorische Entwicklungen und ihre Auswirkungen auf Bonusbedingungen

Die europäische Glücksspiellandschaft hat sich in den vergangenen Jahren erheblich verändert. Deutschland hat mit dem Glücksspielstaatsvertrag 2021 (GlüStV 2021) strenge Vorgaben für lizenzierte Online-Casinos eingeführt. Dazu gehören unter anderem ein monatliches Einzahlungslimit von 1.000 Euro pro Spieler, ein Verbot von Tischspielen in bestimmten Lizenzklassen sowie verschärfte Anforderungen an die Darstellung von Bonusangeboten. Casinos, die in Deutschland legal operieren wollen, müssen ihre Bonusstruktur entsprechend anpassen – was in der Praxis bedeutet, dass viele klassische Willkommensboni in ihrer ursprünglichen Form nicht mehr angeboten werden dürfen.

In Malta, wo die Malta Gaming Authority (MGA) als eine der einflussreichsten Lizenzbehörden Europas gilt, wurden 2018 mit der Einführung der neuen Rahmengesetzgebung ebenfalls Transparenzpflichten verschärft. Casinos mit MGA-Lizenz sind verpflichtet, alle Bonusbedingungen in einer standardisierten Form darzustellen und sicherzustellen, dass Spieler aktiv zustimmen müssen, bevor ein Bonus aktiviert wird. Diese sogenannte „Opt-in”-Pflicht hat dazu geführt, dass Spieler bewusster entscheiden können, ob sie einen Bonus annehmen wollen oder nicht.

In der Schweiz gilt seit 2019 das neue Geldspielgesetz (BGS), das Online-Casinos nur dann erlaubt, wenn sie eine Lizenz einer Schweizer Spielbank besitzen. Ausländische Casinos sind per Geo-Blocking gesperrt. Auch hier sind Bonusbedingungen reguliert, und die zuständige Eidgenössische Spielbankenkommission (ESBK) überwacht die Einhaltung aktiv. Diese regulatorischen Entwicklungen zeigen, dass der Markt sich zunehmend in Richtung Verbraucherschutz bewegt – auch wenn die Umsetzung in der Praxis noch lückenhaft ist.

Ein wichtiger Aspekt, der in der öffentlichen Diskussion oft untergeht, ist die sogenannte Bonusabgrenzung bei Gewinnauszahlungen. Viele Casinos trennen Bonusguthaben und Echtgeldguthaben in separaten Wallets. Wenn ein Spieler eine Auszahlung beantragt, bevor die Umsatzbedingungen erfüllt sind, verfällt in der Regel der gesamte Bonusbetrag – und in einigen Fällen auch damit erzielte Gewinne. Diese Praxis ist legal, solange sie in den AGB klar kommuniziert wird, führt aber regelmäßig zu Beschwerden bei Schlichtungsstellen wie eCOGRA oder dem ADR-Verfahren der MGA.

Praktische Hinweise zur Bewertung von Bonusangeboten

Wer ein Bonusangebot realistisch bewerten möchte, sollte zunächst den effektiven Umsatzfaktor berechnen – also prüfen, ob er sich auf den Bonus allein oder auf Bonus plus Einzahlung bezieht. Anschließend ist die Spielgewichtungstabelle zu konsultieren, um festzustellen, welche Spiele man bevorzugt und wie diese gewichtet werden. Wer hauptsächlich Blackjack spielt und feststellt, dass es nur mit 10 Prozent zählt, muss den nominellen Umsatzfaktor effektiv mit 10 multiplizieren – aus einem 30x-Bonus wird so ein 300x-Bonus, was in der Praxis unerreichbar ist.

Ein weiteres Kriterium ist das maximale Wetteinsatzlimit während der Bonusphase. Viele Casinos begrenzen den Einsatz pro Spin oder Runde auf 5 Euro, solange ein Bonus aktiv ist. Wer mehr setzt, riskiert die Annullierung des Bonus. Diese Regelung ist legitim und soll sogenanntes „Bonus Hunting” verhindern – also das gezielte Ausnutzen von Bonusangeboten durch erfahrene Spieler mit mathematisch optimierten Strategien. Für reguläre Spieler bedeutet es jedoch eine Einschränkung, die bei höheren Einsätzen schnell zum Problem werden kann.

Casinoc01 empfiehlt in seiner Analyse von Bonusstrukturen, grundsätzlich die AGB eines Angebots vollständig zu lesen, bevor man eine Einzahlung tätigt. Dabei sollte man besonders auf folgende Punkte achten: den genauen Umsatzfaktor und seine Berechnungsgrundlage, die Spielgewichtungstabelle, das maximale Wetteinsatzlimit, die Gültigkeitsdauer des Bonus, etwaige maximale Auszahlungslimits aus Bonusgewinnen sowie die Bedingungen für eine Auszahlung vor Erfüllung der Umsatzbedingungen. Casinos, die diese Informationen nicht klar und leicht auffindbar bereitstellen, sollten mit Vorsicht behandelt werden.

Ein oft übersehener Aspekt ist das maximale Auszahlungslimit aus einem Bonus. Selbst wenn alle Umsatzbedingungen erfüllt sind, begrenzen viele Casinos den auszahlbaren Gewinn aus einem Bonus auf einen festen Betrag – häufig das Drei- bis Fünffache des ursprünglichen Bonuswerts. Wer also mit einem 50-Euro-Bonus das Glück hat, 5.000 Euro zu gewinnen, erhält am Ende möglicherweise nur 150 bis 250 Euro ausgezahlt. Diese Klausel ist in der Branche weit verbreitet, wird aber selten prominent kommuniziert.

Zusammenfassend lässt sich sagen, dass Umsatzbedingungen kein Hindernis sind, das man ignorieren oder als reine Schikane abtun sollte. Sie sind ein integraler Bestandteil des Geschäftsmodells von Online-Casinos und folgen einer klaren wirtschaftlichen Logik. Wer die zugrunde liegenden Mechanismen versteht – den Hausvorteil, die Spielgewichtung, die rechtlichen Rahmenbedingungen und die versteckten Klauseln –, kann Bonusangebote realistisch einschätzen und fundierte Entscheidungen treffen. Die regulatorische Entwicklung in Europa zeigt, dass Transparenz zunehmend zur Pflicht wird, doch bis alle Anbieter diese Standards vollständig umsetzen, bleibt die eigenverantwortliche Prüfung der Bonusbedingungen die wichtigste Schutzmaßnahme für Spielerinnen und Spieler.

A mesa de abertura sobre “Educação popular e os caminhos para o esperançar” contou com a mediação de Débora Rodrigues, diretora executiva da Abong e da Vida Brasil, e a presença de outras companheiras e companheiros de caminhada:

– Thiago Pereira, do IRPAA,
– Valdecir Nascimento, da Odara Instituto da Mulher Negra
– Keila Simpson, da Antra
– Alex Federie, da CDJBC.

Na ocasião, as associadas também ficaram sabendo um pouco mais sobre os próximos projetos da Escola de Formação da Abong.

Na segunda parte do encontro, foi a vez de mergulhar nas atribuições e papéis do Conselho Diretor, estruturar os eixos e GTs que vão direcionar a nossa ação rumo ao futuro que buscamos pelos próximos anos.

O dia foi encerrado com o lançamento do livro “Nossos Saberes: Práticas para Transformar o Mundo”, muita música e reivindicações no happy-hour “OSCs, Direitos e Democracia”, em que compartilhamos nossas bandeiras de luta para organizações parceiras, candidatas e candidatos das próximas eleições.

Fotos: Patrícia França

O último dia do Encontro do Conselho Diretor da Abong em Salvador começou com a mesa “Diálogo sobre eleições, democracia e o papel da Abong”, mediada pelas diretoras executivas Keila Simpson e Cibele Kuss.

Com a oportunidade de contar com a presença de defensoras e defensores dos Direitos Humanos de todo Brasil, a partilha de vivências e experiências de luta mostraram a importância do posicionamento das OSCs em relação às candidaturas comprometidas com a proteção à vida e aos territórios.

A potência da construção coletiva ainda gerou a proposição de dois novos GTs: Sustentabilidade e Diversidade Religiosa e Laicidade. Além do fortalecimento daqueles que já existem!

Os projetos e as estratégias para comunicação com as associadas e com o público que acompanha o trabalho da Abong e da sociedade civil também estiveram na pauta do dia.

O diretor-executivo da Abong, Henrique Frota, apresentou o planejamento para os próximos meses e todas e todos puderam conhecer um pouco mais sobre as associadas que compõem a rede de luta e cooperação da Abong com o lançamento do Perfil das Associadas, realizado a cada 3 anos.

Debate de ideias, informação, cooperação e luta, mas com muitos abraços, afeto e cuidado. Gratidão a todas e todos que construíram este momento que fortalecerá ações nos territórios. Vamos rumo ao futuro que buscamos! 

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Somos Todos ONGs

#SomosTodosONGs

Tem gente que passa todos os dias tentando promover educação de qualidade para estudantes do Brasil.
Tem quem procure proteger a natureza e o meio ambiente.
Quem entregue comida para quem tem fome.
Quem busque terras para as pessoas plantar e um mundo mais justo e menos violento para mulheres, negros, indígenas e LGBTQI+.
Tem quem tente fazer do Brasil um país com mais transparência, menos corrupção e mais inclusivo para pessoas com deficiência e imigrantes.
São pessoas como você, solidárias, que fazem parte da mesma sociedade e se organizam para deixá-la mais equilibrada e inclusiva para todas as pessoas.
Às vezes, são chamadas de ONGs. Outras, de organização da sociedade civil, de movimento social e até de ativismo.
Seja como for, somos pessoas que estamos juntas trabalhando por um mundo melhor e assim queremos continuar:
Sendo povo, fazendo para o povo e pelo povo.

#SomosTodosDireitosHumanos
#SomosTodosONG
#AbongNasRedes

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